quarta-feira, 20 de setembro de 2017

[4ª Poética] Corrigida Anisofila - Jonnata Henrique




Epanástrofe repito-me entre versos
Abduto,díspar,em anonimia eclipsado
Fugindo da sordícia humana estou
Envolto por densa égide elipsado
Ataraxia caligrafada biológico esboço
Equinóforo destino abcindido colapsado

Politomia e analecto em resumo
Buco busílis tento fazer prédica
Contumácia alimento visando aniilar
Envencilhar escuras partes com dédica
Enfrentar comtempto alheio horrípilo
Não há fármaco apenas cética

Falsídica e somática torpe sociedade
Alienados e factícios ignóbil infantaria
Congérie de máximas de repúdio
Nesta epístola exatificada eritropsia
Corda e banco fermata asfixiante
Escorço,exúvia,corrigida anisofilia

JONNATA HENRIQUE

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terça-feira, 19 de setembro de 2017

[Biografias - O futuro da literatura] Escritor Robson Lima


Da poesia à própria compreensão




Quando passei a me interessar e não mais me preocupar pelas coisas
senti-me como aquele que dispensa a lanterna, quando vê o sol nascer
(Robson Lima)



Hoje conheceremos um pouco do autor  Robson Lima Ferreira Da Silva. Nascido em 19 de novembro de 1973 na cidade de São Jose dos Campos. É o 5º filho de sete irmãos, o caçula dos homens. Sempre estudou em escola publica da mesma cidade do interior de São Paulo, onde reside ate hoje.

É escritor e também trabalha na área administrativa de uma empresa de importação. Casado a 16 anos tem duas filhas. 

Escreve desde os sete anos, desde  que se alfabetizou.  Escrevia de tudo! Começou a escrever diários, criar personagens. Algo o impulsionava a escrever!  Aprendeu a se conhecer lendo filosofia e teve uma direção artística ouvindo Raul seixas. Tornando se naturalmente um percussor das artes através das palavras.


Passou a publicar seu universo de escritos esse ano, através das redes sociais, onde faz um sucesso fenomenal principalmente pelos poemas que escreve com uma repercussão nacional. Tem hoje seu maior meio de divulgação através do facebook.

 Por intermédio do mesmo foi convidado a participar da antologia: palavras e versos 2017 da Uny editora, (sendo assim seu primeiro livro publicado). Com projeto de participação em  outra antologia em 2017 e um livro solo para 2018.



Conheça mais sobre o autor Robson Lima e seus belíssimos poemas CLICANDO AQUI!


Mariane Helena
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domingo, 17 de setembro de 2017

[Súmula de Domingo] Lições!!! – Ana Cristina da Costa


O que aprendemos na vida?
De quem aprendemos na vida?
O que levamos da vida?

Incrível o quanto aprendemos, incrível que mesmo face o andar da idade, continuamos aprendendo. Não, não estou sendo preconceituosa, nem depreciativa, digo que às vezes pensamos, não temos como aprender mais nada, o que havia de ser, já foi, agora é só não mais errar. Mas espere um pouco, como vamos aprender se não cometermos erros? Como iremos discernir o certo do errado, se não tivermos o errado, o que é o errado? Então neste impasse, neste momento questionador, nos remetemos à todas as coisas que fizemos, a todas que não deram certo e a todas que geraram frutos e benfeitorias. Neste balanço te garanto que ficará aturdido e verá que a balança ficará um tanto quanto equilibrada.
De quem aprendemos é o melhor de todos, pois não sabemos quem poderá fazê-lo até que surja uma conversa informal, não marcada, não calculada, um momentinho de bate-papo e aí, descobrimos que aquela pessoa antes só uma pessoa que lhe sorria, que lhe olhava, tinha tanto a lhe dizer. Hoje ouvi uns conselhos, umas histórias, fiquei encantada com a possibilidade de ainda poder aprender.
O que levarei daqui? Levarei uma alma salpicada de impressões, de leveza por ter participado deste mundo chamado mundo e levarei as lições, as muitas lições que aprendi.
Neste dia em comemoração ao Dia Mundial da Compreensão, pensemos um pouco o quanto ainda poderemos aprender com as pessoas à nossa volta, tolerância ao que foge o seu habitual te dará uma carga positiva nunca antes imaginada.
Somos pessoas diferentes umas das outras em nossas particularidades, não se engane com a perfeição, na verdade o que queremos é que não haja nada fugindo ao que pensamos ser o certo, ao que pensamos ser o ideal.
Queremos um paraíso ainda não criado, enquanto isso não acontece, vamos respeitar os limites de todos.
Ana Cristina da Costa.
Sugestão de filme: Uma lição de Vida - https://www.youtube.com/watch?v=4-Z2aSt93C8
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

[4ª Poética] Saudade Machuca - Antonio Luis


Estou com saudades de você
Nossas noites de prazer
Pensei que não teria fim
Porém um pensamento ruim
Se estalou em mim 
Sair de casa sem rumo
Até hoje não tenho prumo

Longe de você tudo é diferente
Me acostumei com o amor da gente

Como eu faço pra te esquecer
Saudade machuca demais,
 lembrando de você 
Como eu faço pra te esquecer
Saudade machuca demais,
 lembrando de você.


ANTONIO LUIS
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domingo, 10 de setembro de 2017

[Súmula de Domingo] Os Fenômenos – Ana Cristina da Costa

 Como deter um fenômeno natural? Você conseguiria impedir uma tempestade? Poderia evitar que chovesse na hora em que tem que sair de casa com seus cabelos escovados? De evitar que o frio intenso avance na cidade onde mora? Que a seca esturrique sua pele e leve embora sua saúde? E o que dizer sobre os grandes fenômenos que atingem todos os anos milhares de cidades e ceifam a vida de muitos? Você conseguiria detê-los?
Não temos as respostas, talvez tenhamos estudos sobre o assunto de algo tão gigantesco e avassalador, que tem mês, dia e hora de acontecer, estamos falando dos Furacões nos litorais americanos que devastam tudo, mesmo com a previsão da meteorologia, que faz a previsão certeira, e a preparação da população em revestir suas casas, e mesmo assim não conseguem deter a ação deste fenômeno natural, e o período é propicio, pois enquanto curtimos a nossa primavera no Brasil, acompanhamos o Terremoto de escala altíssima no México. Seria o troco da natureza contra nós? Pois esses fenômenos ceifam muitas vidas humanas, principalmente em países menos desenvolvidos, que mesmo com as previsões e experiências do passado, não conseguem escapar da ação devastadora desses fenômenos que surgem todos os anos.
E para a imprensa é um prato cheio, é noticia, intensa, pesada, mostrando o pouco de ajuda que chega e a destruição total, mas e as histórias individuais? Os heróis? Esses ficam para depois, se houver espaço, pois a desgraça causada por algo natural deve chamar mais a atenção, a destruição, a desconstrução, enfim os feitos do homem ficam para o final, pois ele não pode fazer nada mesmo, a não ser sofrer, busquemos então ativar a curiosidade e a misericórdia de quem está longe de tudo.
É evidente que não possuímos esse poder sobre a natureza, de evitar suas ações, mas ainda temos a condição de prever e não permitir que muitas pessoas percam suas vidas, mas se moramos em regiões onde é comum acontecer um fenômeno, mesmo que esse dure muito anos para surgir, devemos estar sempre atentos às modificações e novidades sobre o combate, ou melhor, maneira de se proteger em caso de uma catástrofe natural, isso já acontece em países de primeiro mundo, como no Japão, onde os treinamentos para fugir de terremotos são constantes, porem será que só isso basta? Acho que não, pois sempre alguém irá sucumbir a tais eventos, e os heróis ficam para as telas do cinema, onde por mais devastadores que sejam os fenômenos, os heróis irão salvar sua família.
E o que estamos presenciando hoje é a ação dos furacões, que não acontecem aqui no Brasil, a não ser o Katrina, um raro evento, mas um furacão funciona da seguinte maneira: a água do mar evapora, sobe na forma de ar quente, chega até o topo. Aí o ar esfria, se condensa e cai de volta ao mar. Esse é o “motor” do furacão, que vai sempre em direção a uma região litorânea e devasta tudo que encontra pela frente. E são tantos e de intensidades diferentes, que os mesmo já possuem nome próprio e pela ação já se sabe como e aonde ele irá atingir, fazendo com que a maioria das pessoas se retire dos locais atingidos.
Infelizmente os tais fenômenos carregam os nomes mais bonitos, talvez seja uma forma de amenizar o seu poder destruidor, e pasmem, vão de A a Z, mas quem dera se o pôr do sol ou os eclipses e as mares tivessem igualmente os nomes mais inusitados para que lembrássemos das melhores coisas.
Gostaria muito que este domingo se chamasse Cinderela para que pudéssemos perder somente o sapatinho.

Ana Cristina da Costa
Imagem extraída do Google.
Indicação de filmes: Terremoto – A Falha de San Andreas
http://www.redecanais.com/terremoto-a-falha-de-san-andreas-dublado-2015-1080p_6f72320b0.html
O Olho do Furacão
https://www.youtube.com/watch?v=PfHsvpxFiys





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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

[4ª Poética] Superpoder - Katia Oliveira


Se você pudesse escolher
Um superpoder
Qual você queria ter?

Eu queria ter asas

Para bem alto voar
As estrelas tocar
Nas nuvens fofas repousar
Elas parecem tão macias
A visão ampliar
Lá de cima ver o lindo mar

Tudo isso seria sensacional

Mas tenho que confessar
Queria mesmo era te encontrar
Voando seria mais fácil
Eu seria mais ágil
E logo descobriria
Onde você estaria

Queria tanto te conhecer mais

Nossas conversas são tão superficiais
Na hora me foge o assunto
Sou tímida. Assumo
Quais serão os seus desejos
Anseios
O que pensa da vida
Aqui eu fico distraída
Rir, ouvir, conversar
Tudo fica só no meu sonhar
No meu pensamento
Tudo bem! Eu me contento
Falta coragem de ir além
Será que ele tem alguém
Lembra de mim de vez em quando
Quais serão os seus planos

Quanta curiosidade

Quem dera tivesse
O superpoder de saber
O que iria acontecer
Se pra você eu me abrir
Dizer todo o meu sentir
Seria correspondida?
Ah! Como eu queria
Pra perto de você voaria
E uma linda história escreveria


KATIA OLIVEIRA
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terça-feira, 5 de setembro de 2017

[O futuro da literatura] Stephanie Ribeiro

A FRANCA, FRACA E QUASE SILENCIADA: 
STEPHANIE RIBEIRO


"Uso a palavra para compor meus silêncios."
(Stephanie Ribeiro)


Negra, pobre, filha de uma mulher forte e corajosa, abandonada pelo esposo... E neta de uma mulher que vive o restos de seus dias escrevendo cartas para o esposo já falecido para aliviar a sua dor e sentir a presença do marido. Impossível ser uma mulher diferente! Stephanie é uma mulher curada através das palavras.

Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Campinas. Foi monitora de Arquitetura no Brasil (2012). Em agosto de 2014 deu início a pesquisa de Iniciação Cientifica com orientação do docente Wilson Ribeiro Santos Junior, com o tema: Cada ponto tem um conto: Manifestações urbanas de matrizes africanas nos espaços urbanos da cidade de Campinas. Em 2015 foi homenageada com a Medalha Theodosina Ribeiro, por suas ações nos campos de relações raciais e de gênero. É TED Talker no TEDxSão Paulo e TEDxGoogle (2016). Escreve para o Huffpost Brasil, Capitolina e Modefica. Já teve textos publicados no Jornalistas Livres, site da revista Marie Claire, MdeMulher, site da revista TPM, e Blogueiras Negras. E co fundadora do AFRONTA e da Imprensa Feminista.

aos 24 anos, é uma das militantes mais ativas do feminismo negro na internet. Mas, segundo o facebook, stephanie não é uma boa menina: ela está um mês de castigo, seu perfil bloqueado. não pode fazer posts: só reproduzir fotos do instagram e usar o bate-papo. Seu crime: racismo. Isso mesmo: uma das principais vozes do feminismo negro na internet brasileira foi silenciada por acusação de racismo. contra mulheres brancas!

Por ter escrito sobre a solidão das mulheres negras. Por ter escrito sobre o fenômeno da chamada “palmitagem”, ou seja, o fato de homens negros muitas vezes saírem ou namorarem com mulheres mais brancas, e assim sucessivamente, até que, na dança das cadeiras do mercado matrimonial brasileiro, quem acaba sobrando são sempre as mulheres negras, duplamente oprimidas, por serem mulheres e por serem negras.

Enfim, nada de novo no front da internet brasileira. Stephanie postou que vai aproveitar o mês de castigo para descansar. e faz bem. Eu discordo da stephanie em algumas coisas, concordo na imensa maioria, mas, concordando ou discordando da militância da stephanie, estamos todas no mesmo lado: racista ela não é. Racistas são as pessoas contra quem ela luta.

Atualmente foi convida para ser colunista na Marie Claire, uma das maiores revistas do país, talvez a de maior relevância entre o publico feminino. E também convidada por uma das maiores editoras do país para publicar o seu primeiro livro. Com um talento inegável e inquestionável, impossivel não dizer que Stephanie Ribeiro faz parte do nosso contexto literário nacional, logo do Futuro da Literatura.



Mariane Helena
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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

[Resposta 42] Seja rápido para começar a pensar, mas demore para pensar - Bruno Leal




    O que te constrói? O que te define? O que você acha sobre esse ou aquele assunto? E se eu te falar que eu não saberia responder essas perguntas?
    As contradições são geniais, embora eu as odeie. Elas acabam com toda nossa construção e definições de nós mesmos caem por terra. Mas, (olha a contradição aí de novo) ela mesma nos ajuda a definir o que queremos e precisamos. É um dos paradoxos mais incríveis que já andei pensando por aí.
    O que não faltam hoje em dia são respostas prontas e enraizadas, ou nada enraizadas. De qualquer maneira, sempre prontas, saindo do forno, como uma pizza entregue já fria e com um sabor terrível porque o serviço tinha que ser rápido.
    Apesar de precisarmos de respostas rápidas e agirmos da forma mais ágil e consciente possível, a resposta deve ser procurada, como diz o poeta, despacito (lentamente). E lá vem ela de novo nos provocando, a contradição. O principal termo que atrapalhou na construção do Pensador Profundo do "Guia do Mochileiro das Galáxias" foi justamente a falta de exatidão quanto a pergunta a ser feita e a resposta correta que queriam. A sociedade moderna nos mostra isso quando nos coloca um mais perto e mais longe do outro no mesmo instante, É rápida e lenta, maravilhosa e terrível, triste e alegre, esclarecedora e incompreensível. A única diferença é que não existe bom e ruim em nenhum dos fatores. Todos se completam, e por isso a objetividade é algo tão difícil de se alcançar.
    Eu, apesar de prometer a questão fundamental, vou deixá-los sem resposta nessa semana. Espero que consigam encontrar o que querem. Mas isso não vai durar até o mês que vem, quando vou lançar outro texto; Será um longo período que talvez vocês encontrem coisas jamais imaginadas. O negócio agora é esquecer do prazo e só se preocupar com a qualidade do produto (sua vida) e do serviço (sua mente).
Um abraço e boa reflexão!





Dizem que 42 é a resposta para tudo, porém isso é difícil de assimilar. Mas como a Terra é o único planeta capaz de entender as perguntas e respostas, vamos cumprir nosso dever.

Por que 42? Vamos tentar descobrir todas as primeiras segundas-feiras de cada Mês.

Até a próxima questão fundamental!
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domingo, 3 de setembro de 2017

[Súmula de Domingo] A Moral e os Bons Costumes – Ana Cristina da Costa.

Talvez hoje eu esbarre em algum defensor desta máxima, afinal é o boom da vez discutir sobre o que é ou não errado, o que devemos ou não fazer para ferir ou não a sociedade e ou uma classe de pensamentos defensores desta ou outras práticas adversas.
Mas hoje vou falar sobre as boas práticas, essas que desde que o mundo é mundo tem dado muito certo porque somos de uma mesma espécie e queremos quase sempre as mesmas coisas no que se refere aos limites. Queremos e gritamos por respeito, mas geralmente a hipocrisia nos acompanha, pois é quase raro olharmos para o nosso umbigo, e olhe ele fica no centro do corpo e, diga-se de passagem, muita gente nem o lava. Então para cobrarmos se esta ou outra prática estão ou não erradas vamos analisa-las pelos parâmetros legais e ou por sua lógica.
Discutimos hoje o absurdo da prática de uma pessoa a qual podemos considerar com desvio comportamental por não saber e ou não ter a consciência de que a prática sexual em público é crime, reza no Código Penal Brasileiro:
CAPÍTULO VI
DO ULTRAJE PÚBLICO AO PUDOR
Ato obsceno
Art. 233 - Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa.

Uma pessoa em condições mentais normais jamais praticaria o ato tantas vezes e em cenários comuns à vontade doentia com tanta desenvoltura e liberdade que o cidadão dos episódios executados no ônibus, ele já tem a prática e por ela almeja porque nossas leis ou não são respeitadas e ou não são enfáticas e claras.
Como disse anteriormente, somos hipócritas em questionar um seio posto à mostra cujo é o invólucro do alimento universalmente o melhor e mais saudável e o mais indicado e dito por todos os médicos, diga-se de passagem o colostro, o que traz um pacote de imunidade, para os bebês, salvo as mães impedidas por doenças contagiosas e ou por insuficiência no seu fabrico. Tenho uma leve desconfiança de que tratamos aqui de um crime de discriminação às mulheres quando são impedidas de alimentar o ser humano em publico. Mas vou terminar este deixando a vocês uma questão, o que é ou não moral, o que devemos ou não praticar em público, vivemos em sociedade, então pense um pouco.
O que chama a atenção é que um ato de atentado ao pudor não é visto como um estupro e o acusado foi liberto, pois o juiz não pensa nas vítimas, deixando transparecer que ejacular nos outros, em público ,é permitido, enquanto uma mãe que deixa seu seio a mostra para amamentar seu filho é condenada pelos olhares à sua volta.

As questões socráticas inauguram a ética ou filosofia moral porque definem o campo no qual valores e obrigações morais podem ser estabelecidos pela determinação de seu ponto de partida: a consciência do agente moral. É sujeito ético ou moral somente aquele que sabe o que faz, conhece as causas e os fins de sua ação, o significado de suas intenções e de suas atitudes e a essência dos valores morais. Sócrates afirma que apenas o ignorante é vicioso ou incapaz de virtude, pois quem sabe o que é bem não poderá deixar de agir virtuosamente. https://athenateu.blogspot.com.br/2014/02/a-filosofia-moral-parte-1.html
Por: Ana Cristina da Costa
Imagem extraída do Pinterest.
Encontrei esta página no Facebook, ainda não testei, mas já estou de olho em alguns filmes espero que seja confiável. /www.facebook.com/filmesagoraonlinegratis/

Um abraço a todos e um bom dia em família.
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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

[Biografias Reais] João Cabral de Melo Neto

O olhar racional do poeta





Mesmo sem querer fala em verso
Quem fala a partir da emoção

João Cabral de Melo Neto


O que eu achei de mais incrvel nesse autor foi saber o rigor que ele elaborava seus escritos. Ele rejeitava todo de tipo de inspiração, de intuição... Por exemplo, se ele acordasse com uma ideia em mente automaticamente ele a descarta. Ele gostava de trabalhar com o tangivel, com 100% razão, apesar de escrever textos inspiradores e inspirados, essa era sua regra.
João gostava de falar da realidade da vida, do sofrimento do povo.. seus textos são pautados no outro com criticas fortemente politicas apesar de ser um ser apartidário. Conheça um pouco mais de sua história:
João Cabral de Melo Neto nasceu na cidade do Recife, a 6 de janeiro de 1920 e faleceu no dia 9 de outubro de 1999, no Rio de Janeiro, aos 79 anos. Eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15 de agosto de 1968, tomou posse em 6 de maio de 1969. Foi recebido por José Américo.
Filho de Luís Antônio Cabral de Melo e de Carmen Carneiro Leão Cabral de Melo. Parte da infância de João Cabral foi vivida em engenhos da família nos municípios de São Lourenço da Mata e de Moreno. Aos dez anos, com a família de regresso ao Recife, ingressou João Cabral no Colégio de Ponte d’Uchoa, dos Irmãos Maristas, onde permanece até concluir o curso secundário. Em 1938 freqüentou o Café Lafayette, ponto de encontro de intelectuais que residiam no Recife.
Dois anos depois a família transferiu-se para o Rio de Janeiro mas a mudança definitiva só foi realizada em fins de 1942, ano em que publicara o seu primeiro livro de poemas - "Pedra do Sono".
No Rio, depois de ter sido funcionário do DASP, inscreveu-se, em 1945, no concurso para a carreira de diplomata. Daí por diante, já enquadrado no Itamarati, inicia uma larga peregrinação por diversos países, incluindo, até mesmo, a República africana do Senegal. Em 1984 é designado para o posto de cônsul-geral na cidade do Porto (Portugal). Em 1987 volta a residir no Rio de Janeiro.
A atividade literária acompanhou-o durante todos esses anos no exterior e no Brasil, o que lhe valeu ser contemplado com numerosos prêmios, entre os quais - Prêmio José de Anchieta, de poesia, do IV Centenário de São Paulo (1954); Prêmio Olavo Bilac, da Academia Brasileira de Letras (1955); Prêmio de Poesia do Instituto Nacional do Livro; Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro; Prêmio Bienal Nestlé, pelo conjunto da Obra e Prêmio da União Brasileira de Escritores, pelo livro "Crime na Calle Relator" (1988).
Em 1990 João Cabral de Melo Neto é aposentado no posto de Embaixador. A Editora Nova Aguilar, do Rio de Janeiro, publica, no ano de 1994, sua "Obra completa".
A um importante trabalho de pesquisa histórico-documental, editado pelo Ministério das Relações Exteriores, deu João Cabral o título de "O Brasil no arquivo das Índias de Sevilha". Com as comemorações programadas neste final do século, relacionadas com os feitos dos navegadores espanhóis e portugueses nos anos que antecederam ou se seguiram ao descobrimento da América, e, em particular ao do Brasil, a pesquisa de João Cabral assumiu valor inestimável para os historiadores dos feitos marítimos, praticados naquela época.
Da obra poética de João Cabral pode-se mencionar, ao acaso, pela sua variedade, os seguintes títulos: "Pedra do sono", 1942; "O engenheiro", 1945; "O cão sem plumas", 1950; "O rio", 1954; "Quaderna", 1960; "Poemas escolhidos", 1963; "A educação pela pedra", 1966; "Morte e vida severina e outros poemas em voz alta", 1966; "Museu de tudo", 1975; "A escola das facas", 1980; "Agreste", 1985; "Auto do frade", 1986; "Crime na Calle Relator", 1987; "Sevilla andando", 1989.
Em prosa, além do livro de pesquisa histórica já citado, João Cabral publicou "Juan Miró", 1952 e "Considerações sobre o poeta dormindo", 1941.
Os "Cadernos de Literatura Brasileira", notável publicação editada pelo Instituto Moreira Salles - dedicou seu Número I - março de 1996, ao poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto, com selecionada colaboração de escritores brasileiros, portugueses e espanhóis e abundante material iconográfico.


Mariane Helena
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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

[4ª Poética] A mesa do poeta - Braga Barros



                   A mesa do poeta
contém diversos
versos
A mesa do poeta
contém livros
jornais
revistas
A mesa do poeta
contém mapas
endereços
telefones
A mesa do poeta
contém fotografias
flores
A mesa do poeta
é uma confusão
A mesa do poeta

contém o mundo.

BRAGA BARROS
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terça-feira, 29 de agosto de 2017

[Diversidade Literária] Romantísmo em Portugal - Parte 1




  1-  Introdução

  Em meados do século XVII, novas transformações começaram a delinear-se na mentalidade do homem na época, que já se mostrava descontente com as formas e os temas explorados no Neoclassicismo. A “imaginação” começa a predominar sobre a “razão”; a sensibilidade espontânea, o entusiasmo, o emocional procuram tomar vulto em detrimento das manifestações contidas, da medida cultivada pelo pensamento iluminista.
   O espírito clássico, a obediência as regras e à razão entram em crise e surge um novo movimento literário, originando na Inglaterra, com destaque para Lord Byron. Logo depois, foi divulgado e através da França alcançou os demais países. Os elementos espirituais: a alma, as paixões, o inconsciente buscam criar uma realidade própria, muitas vezes melancólica, pessimista e angustiada.
 O Romantismo, um movimento cultural muito amplo, é fruto de uma “nova atitude de espírito diante dos problemas da vida e do pensamento, implica numa profunda metamorfose, numa verdadeira revolução histórico-cultural, que abrange a filosofia, as artes, as ciências, as religiões” (…)  (Massaud Moisés)

  2- Origens

  A ascensão da burguesia, europeia é um processo que se inicia com o Mercantilismo, nos séculos XVI e XVII, passando pela Revolução Inglesa, de 1688, pela Independência Americana, de 1776, e atingindo o seu momento culminante na Revolução Francesa de, de 1789. Um novo sentido de vida, baseado na livre iniciativa, exalta a audácia, a competência e a méritos pessoais de cada indivíduo, independente de seus títulos e seus antepassados. A era do Liberalismo está em seu auge e com ela um conjunto notável de mudanças na história do Ocidente.

                     A liberdade de expressão
O primeiro efeito favorável da vitória burguesa para a literatura reside no artigo onze da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão: “A livre comunicação dos pensamentos e opiniões é um dos direitos mais preciosos do homem;  todo cidadão
pode portanto falar, escrever, imprimir livremente.”

  
                     O novo público leitor
  
Outro efeito importante resulta do esforço da alfabetização empreendido pelos revolucionários.  Todo cidadão precisa ter acesso A difusão do livro à leitura,  até para
 especialmente através do conhecer os romances de folhetim.
(permitiu proclamações que muitos escritores vivessem de novo seus direitos autorais). 
  
Assim irá surgir o caso de Victor Hugo, aqui um novo público caricaturizado como um gigante leitor,  mas da área literária. Diversificado e  numeroso, já em nenhuma identificação com  a arte neoclássica da aristocracia cortesã.
 Este público consome livros de forma intensa  e os escritores, até então, dependentes do mecenatismo, observam que podem sobreviver apenas com a venda de suas obras, agora
transformadas em mercadoria de larga aceitação. 

Assim o Romantismo coincide com a democratização da arte, gerada sobretudo pela Revolução Francesa, tornando-se  a expressão artística da jovem sociedade burguesa.
Victor Hugo afirma que o Romantismo nada mais é que o liberalismo em literatura.
De fato, o movimento mantém uma relação viva e contraditória com a nova realidade.

( Filho da burguesia, mostra-se ambíguo diante dela, ora a exaltando, ora protestando contra seus mecanismos, conforme observaremos aos estudar-lhe as características)
       




  3- Surgimento

Nas últimas décadas d século XVIII, o Romantismo já está mais ou menos anunciado pelas obras de Rosseau, especialmente pela sua teoria do “bom selvagem”, e pelo movimento Sturm und Drang, (Tempestade e Ímpeto) constituído, nos anos de 1770, por jovens alemães, que valorizam o folclórico, o nacional e o popular em oposição ao universalismo clássico. Também a publicação de Os cantos de Ossian, pelo inglês Macpherson, em 1760, torna-se uma referência fundamental para os futuros românticos.
  No entanto, a antecipação mais genial de um novo espírito de época (centrado no exagero da faculdade imaginativa e no transbordamento das paixões) , ocorre em 1774, com a publicação, sob forma epistolar (cartas) , do romance O sofrimento do jovem Werther. Seu autor Goethe, então com apenas vinte e quatro anos, produzirá uma das maiores comoções já ocorridas na história literária.
   O romance de Goethe é imediatamente traduzido para outros idiomas e obtém uma calorosa recepção em especial do público jovem.  A obra desencadeia, como se fosse um tipo de epidemia, incontável onda de suicídios na Europa, sempre causados pela identificação entre os fatos da narrativa e as paixões não correspondidas dos leitores. A questão adquire tamanha dramaticidade, que alguns governos acham por bem proibir a circulação do Werther. Porém o romance já havia se tornado o símbolo dos novos tempos sentimentais e subjetivos.
  
Marivalda Paticcie

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domingo, 27 de agosto de 2017

[Súmula de Domingo] Vencidos – Ana Cristina da Costa

De cabeça para baixo, é assim que estamos vivendo, de ponta à cabeça tentamos entender a própria existência.

Um estado é aquele cujas obrigações são as de promover vida digna a todos àqueles que nele habitam, mas caminhamos para a extinção da Constituição, um conjunto de leis criado para nos dar a real clareza dos nossos direitos, estes violados um a um dia após dia.

Já não sabemos a quem recorrer quando estamos desesperados em hospitais abarrotados de enfermos, isso me transporta ao holocausto, um amontoado de gente iludida, atraída pela oferta, mas que na verdade serão abatidas, pela morte iminente ou pela desobrigação do Estado em cumprir o que lhe compete.

Já não sabemos o que pagamos de impostos e porque, não temos certeza de que a “grana” escorreu na lama da mineradora ou se foi parar em pilastras das Supercopas futebolescas, talvez o dinheiro tenham enfeitado alguma cabeça com peruca e esticado a cara de outros. Enquanto isso o menino sofre em casa por falta de medicamentos para a sua doença rara e em estado de defini-lo.
Já não sabemos que país é este, eu não sei.
Gente, estamos à deriva, a quem recorreremos?
Como poderemos contar com uma corporação que está sendo abatida pelos que realmente comandam o país, os criminosos, e como eles poderão contra-atacar se suas ferramentas estão sucateadas e ou vencidas.
Desde 2012, coletes à prova de bala vencidos, desde 2012 é inadmissível é surreal.
O que está também vencido são os modos operandi de humanidade e até quando iremos aguentar?
Uma coisa é certa, se tenho uma maçã podre no cesto eu jogo fora esta, e com as outras faço uma bela torta.
Tenham todos um domingo de felicidade e não deixem vencer a amizade e o amor aos próximos, nunca sabemos se o que está perdido nos encontre.

Aqui estão os 100 lugares mais lindos do mundo, de repente....:
http://viagemeturismo.abril.com.br/materias/os-100-lugares-mais-lindos-do-mundo/

Indicação de filmes para quebrar a monotonia:
Tarzan,
https://www.youtube.com/watch?v=X7LtBQelQ54

50 Tons de Cinza,
https://www.youtube.com/watch?v=UuD9-ae4QXA

Ana Cristina da Costa
Imagem extraída Google.



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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

[4ª Poética] Sabe eu - Antonio Luis

Estou aqui pensando em você
Será se pensas em mim
Quero ver o teu sorriso outra vez
Talvez eu seja mais um
Quero descobrir o que temos incomum.

Sabe eu gosto de você
Sabe eu gosto muito de você
Nessa canção quero te perguntar
Se um dia agente vai namorar

Imagina
Eu e você, você e eu juntinhos
Seguindo o mesmo caminho. 
O caminho do amor

ANTONIO LUIS


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terça-feira, 22 de agosto de 2017

[Biografias - O futuro da literatura] Escritor Braga :Barros


Como poeta: Um professor!




A mesa do poeta
Contém o mundo.
(Braga Barros)

José Antônio Braga Barros, mineiro, poeta, notícias, editor, cronista, professor, diretor de escola, pai e avô. Apesar de toda a destreza nessas múltiplas funções e estilos literários, sabe que sua arte é a poesia! Amável, gentil nas palavras e nos gestos... Com seu jeito simples e sempre sorridente marcou (sem sombra de dúvidas) a vida de muitos alunos como eu, que hoje segue os passos do professor que tanto nos encantou. 

Não diferente, os seus filhos como o pai também se tornaram professores. É inegável o poder de atração e influências que suas palavras têm. Pra mim, ainda é algo mágico o que sua sensibilidade é capaz de proporcionar a nós leitores. Com seu dom e habilidade pinta sorrisos e transformações. A matéria era geografia, mas aprendi muito mais sobre as artes, sobre delicadeza, sobre poesia... sobre a vida! Aprendi o que é ser referência, com tanta responsabilidade e humildade, que tratava cada um como uma preciosidade, como um poema.

Natural de Paraisópolis/MG, iniciou sua carreira de professor lá mesmo. Logo, se transferiu para São José dos Campos/SP onde trabalhou até sua aposentadoria. Podemos dizer que foram mais de 30 anos dedicados à educação, logo, dedicados ao outro, dedicados à comunidade!

Veja como o autor defini sua vida: “1955. Prematuro chegou à Paraisópolis, MG. Com três anos de idade começou a usar óculos. Sempre foi ruim de bola, mas treinava com seus amigos. Não era bom de briga, algumas vezes apanhou na rua. Pela ordem queimou a cabeça de seu irmão, quebrou o nariz de sua irmã, jogou a outra pela janela. Aprendeu a ler e a escrever antes de entrar na escola. Depois que entrou na escola nunca mais saiu, até hoje. Foi aluno, professor diretor, facilitador. Mudou poucas vezes de endereço. Ainda conserva seus discos de vinil, seus livros e fotos. Gosta de conhecer lugares diferentes e de sempre voltar para sua terra natal. Gosta de poesia, de jornal, tinta, papel, cola. Sueli, Felipe e Francisco são razões de sua vida. Zé do Jayme e Neuza Regina, os grandes exemplos.” (Braga Barros)

Foi professor, diretor de escola, teve uma passagem pela Secretaria Municipal de Educação e pela Secretaria Municipal de Saúde em São José dos Campos. E ainda depois de aposentado, foi Secretário Municipal de Educação em Paraisópolis, por um ano. Mas não parou por ai, formado também em jornalismo foi editor por anos do Jornal O vento. Deixando claro que sua aptidão com as palavras e o amor por elas nunca foi deixado de lado, sempre caminhou passo a passo com sua vida pessoal e sua vida como educador.

Tanto que em 25 anos publicou 10 livros! Construindo assim uma carreira literária bem sucedida e cheia de premiações e honrarias. Conheça as principais:

  • ·         Prêmios: Talento de Paraisópolis, Clube Recreativo por ocasião do lançamento de meu primeiro livro em 1984.
  • ·         Brasão de São José dos Campos. Recebido na Câmara Municipal de São José dos Campos, como reconhecimento pelos bons trabalhos realizados em prol da Educação, ano 2000.
  • ·         Prêmio Aldo Papone - Viagem à Alemanha, no Programa "Aprendiz de Turismo" ´AVT - Brasil onde reptresentou o Brasil na Conferência Internacional de Turismo - GTTP , Bad Homburg, Germany, Novembro  de 2005.
  • ·        Embaixador do Município de São José dos Campos, pelo Decreto Nº 11.922/05, de 11 de Novembro de 2005,
  • ·         É acadêmico da Academia de Letras de São José dos Campos desde a sua reinauguração, ocupando a cadeira nº 10 que tem como patrono o Poeta Manuel de Barros.


Saiba mais através dos cantos abaixo:



Mariane Helena
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domingo, 20 de agosto de 2017

[Súmula de Domingo] Viver é uma loucura!!! – Ana Cristina da Costa

Eu li uma reportagem, “cientista descobriram que dormir pouco faz engordar e que tirar o famoso cochilo após o almoço revigora as energias e não engorda”;

E também que chocolate engorda e não engorda, basta comer os que contém pouco açucar ou nenhuma e veja bem não adianta comer uma barra do inocente que vai engordar do mesmo jeito, exagerou na quantidade, fere a serotonina;

Massas são as grandes vilãs da estética e as mais saborosas são as que estão sempre acompanhadas das mais deliciosas iguarias, então elas engordam, mesmo que sejam integrais, casou com uma fatia de presunto e mussarela já era a inocência;

Café é muito bom para despertar os insones e energizar os estudiosos, mas jogou na xícara dois ou tres torrões de açúcar a fim de agradar o paladar, arruinou com todo o processo do despertar ao mesmo tempo que tomar café amargo só os preto-velhos, ninguém merece;

Bebidas alcoolicas engordam porque o alcool tem acúcar os dois estão juntos e misturados, mas beber faz dormir e dormir lembram emagrece, então.....;

E as inocentes frutas? “É importante consumir 3 a 5 peças de fruta por dia de frutas variadas, mas o côco, açaí, abacate, banana,uva e caqui como são as frutas mais calóricas, com mais gordura ou açúcar, devem ser evitadas, dando preferência à outras frutas como morango, maçã,pera, melão, abacaxi, melancia, kiwi ou mamão, para não engordar.” Fonte: Google;

E comer frutas faz parte das dietas......,

Há uma infinidade de sugestões e regras para o bem-viver se anotássemos todas elas e andássemos com todas para que não nos esquecêssemos de nenhuma acho que aí sim emagreceríamos, pois o peso das anotações nos faria andar léguas como mula, nos causaria fadiga e falta de apetite de tanto desgosto pelo ofício.

Viver é uma loucura mesmo disso não tenha dúvidas ao mesmo tempo em que viver é pura simplicidade, façamos tudo o que estiver ao nosso alcance sem que nos prejudique e adote o caminho do meio para que não seja tomado pela paranoia. Faça o que te agrada o importante é a sua felicidade.

E quer um conselho que até agora os médicos não derrubaram, o beijo, então quer emagrecer pegue uma boca e beije e seja correspondido, troque bactérias que é extremamente saudável.

Um grande beijo a todos e uma semana exageradamente feliz!!!!

Ana Cristina da Costa
Imagem extraída do Pinterest

Indicação de filmes:
A História de uma criança com fome:
https://www.youtube.com/watch?v=a0PDsdVW4XE versão em inglês a dublada é exclusiva do NETFLIX, um filme excepcional vale a pena.
Outras dicas http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/15-filmes-imperdiveis-para-quem-ama-cozinhar-e-comer-bem/
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

[Biografias Reais] Escritor José Saramago

O orgulho de ser quem é!



Tentei não fazer nada na vida 
que envergonhasse a criança que fui.
José Saramago


Filho e neto de camponeses, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, se bem que o registo oficial mencione como data de nascimento o dia 18. Os seus pais emigraram para Lisboa quando ele não havia ainda completado dois anos. A maior parte da sua vida decorreu, portanto, na capital, embora até aos primeiros anos da idade adulta fossem numerosas, e por vezes prolongadas, as suas estadas na aldeia natal.

Fez estudos secundários (liceais e técnicos) que, por dificuldades económicas, não pôde prosseguir. O seu primeiro emprego foi como serralheiro mecânico, tendo exercido depois diversas profissões: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, tradutor, editor, jornalista. Publicou o seu primeiro livro, um romance,  Terra do Pecado, em 1947, tendo estado depois largo tempo sem publicar (até 1966). Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na revista  Seara Nova. Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do jornal Diário de Lisboa, onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante cerca de um ano, o suplemento cultural daquele vespertino.

Pertenceu à primeira Direcção da Associação Portuguesa de Escritores e foi, de 1985 a 1994, presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do jornal  Diário de Notícias. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente do seu trabalho literário, primeiro como tradutor, depois como autor. Casou com Pilar del Río em 1988 e em Fevereiro de 1993 decidiu repartir o seu tempo entre a sua residência habitual em Lisboa e a ilha de Lanzarote, no arquipélago das Canárias (Espanha). Em 1998 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura.

José Saramago faleceu a 18 de Junho de 2010.


Mariane Helena
Fonte: Site José Saramago
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

[4ª Poética] Sofro em teu olhar - Robson Lima


Sofro nesse teu lindo olhar,
Tão sensivel eu sou.
Tanto amor á transbordar,
Ninguem á se embriagar do teu amor.
Forte ainda sorri teu olhar,
Remédio contra o amargor.
Quanto zelo, que terno esperar,
Para tão distante amor.
Sofro nesse teu rico amor,
Pobre para sofrer eu sou.
Era tu que devias penar
E uma lágrima em minha face rolou.
Segura, voce espera por tão grande amor,
Me seguro para não mais chorar.
Nessa escuridão, escrevo essa minha dor
E ela dorme sorrindo, maravilhosamente á sonhar.

ROBSON LIMA

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

[Faroeste News] InterLivro 2017



Com curadoria do PublishNews, programação terá a participação do americano Ed Nawotka, do português Miguel Martins e da alemã Sandra Schüssel

A Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, marcada para acontecer entre os dias 31 de agosto e 10 de setembro, deverá reunir boa parte da força de trabalho da indústria editorial brasileira no Rio Centro. São editores, agentes, escritores, que, além do interesse no público que frequenta a Bienal, estará de olho em novos negócios e oportunidades.

Foi pensando nisso que o PublishNews, a Fagga e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) se uniram para realizar a segunda edição do InterLivro: Encontro Internacional de Profissionais do Livro. Para o evento, que acontece no dia 1º de setembro, foi escalado um time internacional de primeira, que inclui o americano Ed Nawotka (Publishers Weekly), que fará a palestra de abertura; o português Miguels Martin (Porto Editora), que falará sobre o mercado global de livros em português, e a alemã Sandra Schüssel (MVB), que vai apresentar sete lições que o país do 7 x 1 pode nos ensinar. O time de brasileiros é composto por nomes como Marcos Pereira (Sextante / SNEL), Marcelo Gioia (Bookwire) e Mariana Bueno (Fipe).

Encerrando a programação do InterLivro serão entregues os troféus aos ganhadores do Prêmio Jovens Talentos da Indústria do Livro 2017, que levará um profissional para a Feira do Livro de Frankfurt com todas as despesas de passagem e hospedagem pagas. 

“O InterLivro caminha junto com o propósito de fortalecer a profissionalização do setor editorial, que é uma das bandeiras fundamentais do SNEL. A Bienal se transformou num grande evento cultural e precisava de uma programação profissional à altura, voltada especialmente para a indústria do livro. Essa parceria com o PublishNews pelo segundo ano consecutivo é muito importante porque dá enfoque a assuntos que enriquecem o debate e as atividades em nosso mercado, como o livro digital, as experiências internacionais e a acessibilidade, culminando com a entrega do prêmio Jovens Talentos, que teve o apoio do SNEL desde o primeiro momento”, defendeu Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.

A programação, que ainda está recebendo algumas confirmações, já pode ser acessada clicando aqui. Também pelo site do InterLivro já é possível realizar a pré-inscrição gratuita para participar do evento. 

"É uma honra para o PublishNews mais uma vez montar o InterLivro na Bienal do Rio. Os eventos do livro no Brasil muitas vezes carecem de programação específica a profissionais do setor e temos procurado preencher este espaço. Aliás, neste sentido, fundamental ressaltar o apoio do SNEL e da Fagga (ou GLS, ou Bienal), que forneceram a estrutura básica do evento, e também dos patrocinadores que permitem que o evento seja absolutamente gratuito", comentou Carlo Carrenho, fundador do PublishNews.

O InterLivro 2017 é realizado graças aos apoios da Sextante, Bibliomundi, Casa Educação, F1 Soluções, Ubook, Metabooks, Meta Solutions, BR75 e #coisadelivreiro. 

Mariane Helena
Fonte: PublishNews
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