quinta-feira, 26 de março de 2015

Diego Sant'Anna, o novo nome da literatura internacional








Você já ouviu falar no livro MORTALITAS: UMA HISTÓRIA DE AMOR E DE MORTE?

Talvez não, natural, pois o Brasil é um país muito grande; Mas se fizer esta pergunta em Portugal, Inglaterra e Itália, com certeza vai ouvir um "SIM".

A primeira obra do escritor brasileiro Diego Sant'Anna tornou-se popular na Europa, mais precisamente na Península Ibérica, Reino Unido e Leste Europeu, não apenas por ter sido escrita em Português, Inglês e Latim, mas pela semântica escondida nas entrelinhas de sua lírica poética.

Latim? A língua morta?

Diz o autor que a escolha do Latim é uma forma de protegê-la contra a total extinção, formado em Letras, o autor carrega em si uma incrível consciência literária.

Eis um ótimo atrativo para os Europeus, visto que há um movimento artístico em nome da conservação do Latim em toda a Europa.

O prólogo em Latim no livro, expressa a elegia e os ritos fúnebres utilizados na idade Média pelos poetas gregos e romanos.


Em Fevereiro de 2015, o livro participou do Festival do Livro de Savannah/EUA, festival que já contou com grandes nomes da literatura mundial como: Stephen King.









Sinopse MORTALITAS: Uma História De Amor E De Morte:

MORTALITAS é um romance escrito em poema, que traz em seu enredo a questão da morte, que está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse adversário do processo de viver.

O prólogo escrito em Latim retoma a ideia das elegias que eram praticadas pelos romanos na idade média, para expressar os sentimentos pelo falecimento de um ente querido e destinadas a ajudar os familiares a suportar os momentos difíceis, designando uma visão lírico-poética sobre a morte.

O livro conta a história de Shelphie Winter, uma jovem que mora em uma casa isolada no topo da misteriosa Montanha Do Lobo Solitário. Encarregada em cuidar da sua mãe, Ophelie Winter, que sofre de uma doença degenerativa, Shelphie é surpreendida ao se deparar com o estado físico da morte que viera buscar sua mãe para cessar o clico da vida. Ao mesmo tempo a morte viu Shelphie e ambos se apaixonaram. Como Shelphie poderá viver esta paixão se tudo o que a morte toca desfalece? Como a morte pode amar a vida, se seu objetivo é controverso?

A visão proposta pelo autor se baseia no seguinte princípio: quando se está na vida, é preciso encontrar forças para lutar por ela e a morte elimina qualquer possibilidade de continuidade dentro da mesma perspectiva de antes. Pode-se falar, é claro, da continuidade espiritual, da prevalência das memórias que mantêm viva uma pessoa que se foi. Mas o fato é que a morte interrompe um processo, modificando as possibilidades e os rumos dos envolvidos. Por isso, as batalhas entre pulsão de vida e pulsão de morte, encontradas na história, dialogam muitas vezes em extremidades opostas, apesar de a morte estar contida na vida e esta naquela.

Outro ponto tratado no livro é o temor do que vem depois da morte. De todas as transformações, a morte é a mais definitiva e profunda, arrebatando nosso ser para uma realidade completamente desconhecida. Se esse encerramento é uma passagem para um mundo diferente do nosso, nem todos conseguem se agarrar a essa esperança.

Um forte elemento abordado pelo autor é a grande necessidade da morte para os seres humanos, como processo natural de descanso de uma vida que já prestou seu papel neste plano.

Um contexto analítico:

Esta obra leva a reflexão sobre a mente e a consciência em um âmbito filosófico e psicológico, através de uma linguagem expressionista dotada de contemporaneidade. Uma viagem ao autoconhecimento híbrido, preservando fatores internos e externos influentes em cada um de nós. Uma relação entre o inconsciente e o subconsciente, ressaltando a estrutura da mente através em uma linguagem poética, conservando o lirismo existente em cada etapa da construção do ser.



A Saga MORTALITAS continua...


O segundo livro da saga intitulado: O Segredo de Ophelie trará o cenário Celta.

Celta? Mitologia Celta?

Isso mesmo, pela primeira vez um escritor brasileiro irá desenvolver sua escrita com elementos autênticos da mitologia Celta. E ele não o fará sozinho, diz o autor que toda a obra é composta principalmente pela pesquisa, que no caso conta com parceiros internacionais Centro Cultural Irlandês da cidade de Phoenix, Arizona EUA e o Centro Cultural Celta de Madison, Wiscosin EUA.

O livro trará várias novidades em seu enredo, escrito em prosa, conta a história de Ophelie Winter, personagem coadjuvante no primeiro livro da saga, agora torna-se protagonista de uma incrível aventura épica seguindo uma cronologia atípica.

Com lançamento previsto para primeiro semestre de 2016 nas cidades de:São Paulo Brasil, Valparaiso Chile, Portland EUA, Lisboa Portugal e Madrid Espanha.

   

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Enquanto esperamos ansiosamente pelo lançamento do segundo livro da saga: MORTALITAS, vem novidade por aí...

A antologia poética do autor: A Chave Para O Infinito com laçamento previsto para o primeiro semestre de 2015.

O livro conta com obras premiadas no Brasil e no mundo como:

“Humanidade, Unanimidade”, representante do Brasil na Feira Internacional do Livro de Belgrado/Sérvia 2014.

“Casta Venustidade”, faz parte da Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 2013.

“Prólogo da Luxúria” faz parte da primeira edição da Revista Diversifica 2013.

“Prisão de Cristal”, vencedor o 3º Prêmio Literário de Poesia Portal Amigos do Livro.

“Meritório Pensamento”, vencedor do Concurso Literário UNIVAP 2013.

“O Escultor de Almas”, vencedor do Mapa Cultural Paulista 2011, fase municipal, categoria Poesia.


Sinopse

A Chave Para O Infinito, convida o leitor a descoberta do seu próprio infinito interior.

O autor traz poemas sobre todos os aspectos enigmáticos que circulam pelos caminhos da vida.

Amor, Sexo, Questões Sociais são abordados de forma lírica e afetuosa. Um sentimentalismo exposto de maneira única, sem pudores ou preconceitos.

A visão do poeta ultrapassa os limites entre o consciente e o subconsciente, propondo uma reflexão aguçada sobre questões permanentes dentro de cada ser humano.

No primeiro capítulo: Filosofia do Infinito,encontram-se poemas com âmbito filosófico e psicológico, sugerindo uma análise sobre a intencionalidade dos veículos comuns que muitas vezes passam despercebidos aos olhos viciados do cotidiano.

Logo após, O Infinito do Amor, aborda um dos temas mais complexos na vida do ser humano em suas diversas formas e reformas.

Já o Infinito da Humanidade, permite-nos chegar ao núcleo de todas as inquietações contidas em nossa espécie. Buscando a compreensão da força desconhecida que cria nossos sonhos e expectativas de vida.

O Infinito Sobrenatural desafia a capacidade de interpretação dos enigmas e mistérios, levando a novos questionamentos.

Por fim O Infinito do Infinito abrindo as portas para desprender a alma da carne com poesias vivas, escritas com suor e sangue.


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