quarta-feira, 19 de agosto de 2015

[4ª Poética] Autor Alex Santana



• Fábulas •

Que das coisas ditas normais
nada mude nunca,
que eu siga amando a sexta e odiando a segunda.
Que do amor que tive
desmedido e sem fim,
reste algo em meu peito
e sem medo eu possa tentar
entender, que para conseguir amar
tenho primeiro que viver.
E assim quem sabe
seja eu o sol que
a tua noite escondeu,
sobre a sombra da lua
sei que ainda busca culpa
do que entre nós aconteceu.
E quando o sol raiar
e a tua prepotência se for
restará somente a culpa
de mandar para rua
aquele que realmente a amou.
E assim pela rua
sigo eu meus caminhos
tortos, contando sentimentos
mortos   até que um dia
eu deixe de ser perola
em meio aos porcos.











Carpe Diem  ela disse,                                              
vá e não olhe para trás ,
faça o que deseja,faça o que te satisfaz.

Ela sorriu, e então parti,
acreditei não precisar mais dela
então pensei ,Carpe Diem.

Caminhei muito,sem descansar
caminhei sem proposito,
apenas por caminhar
sem pensar em tempo, 
ou em onde chegar,
sem pensar em consequências.

Acreditando na coincidência de
deixar quem se ama, na espera 
de encontrar a quem  amar.
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