quarta-feira, 19 de agosto de 2015

[4ª Poética] Autor José Francisco Rodrigues

• Noturno •


É tarde
Sei porque o sono,
Aquele que embala a noite
Já nina todos que acompanho

É a penumbra do estar só
Que administra a atmosfera perfeita
acompanha o silêncio ensurdecedor
E mostra os cacos de minha mente desleixa

Procuro juntar às ideias soltas
Exceto aquelas que foram embora
Embora contra meu gosto
Dispersas no esquecer do agora

Caminho nas palavras
Absorto na sombra da escuridão
Mancando por dentro
Por tamanha devastação

Por você não estar aqui
Onde sou laçado pela paixão
e te busco aqui e ali
No poço infinito do coração

Já te encontrar
É carma do passado
Mas não desisto
Enquanto sonâmbulo ou acordado







• Eu adormeço •


E nos meus passos
Faço-me vilão de meus atos.
Impulsivo e dispersivo
Sofro com meus questionamentos
Em horas não falo
Ouço revolto sem respostas
Sinto-me um louco
Agora paro e desejo voltar
Meu inimigo eu
Já bastante sofrido por relutar
Obedece e fecha os olhos em viagem
Volta passado em década
Com miragem em paisagem
E sonha, sorri
E adormece no mundo real
Share:

Um comentário:

  1. Os apaixonados tem a mesma língua de muitos, você Francisco fala por muitos.

    ResponderExcluir

Seguidores

Google+ Followers

Instagram

Parceiro

QG dos Blogueiros

Versos da alma

Anuncie

Anuncie

SnapChat

SnapChat

Facebook

Youtube

Feature Post

Versos da alma

Versos da alma

Google+ Badge

Contact Us

Nome

E-mail *

Mensagem *

Follow by Email

Postagem em destaque

[Súmula de domingo] - JOGOS DA MASSA – Ana Cristina

Copyright © Faroeste Literário - entrevistas, cursos, resenhas e muito mais | Powered by Blogger
Design by SimpleWpThemes | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com