quarta-feira, 12 de agosto de 2015

[4ª Poética] - Autora Mariane Helena

 • A arte de moldar pedras •

Retinente sigo a talhar
Tudo aquilo que a vida tem me disposto
Aprendi com a dor transformar,
Moldar, Contornar, esculpir, acomodar, habituar
A duras penas e as duras pedras!
Na subsistência desse labor
Percebi que enquanto trabalhava os rochedos
Eu forjava o meu eu, lapidava minha alma
E mais dificil que manipular os pedregulhos que foram me dados
era compor a pedra que SOU
Esse rude cascalho informe
sem valor ou estima
que maltrado pelo tempo
Também foi queimado pelo fogo
Apesar desse pesado fado
faço deste, a minha arte...terapia...evolução
por tanto sigo moldando pedras
E por elas me tecendo.

Share:

0 comentários:

Postar um comentário

Seguidores

Google+ Followers

Instagram

Parceiro

QG dos Blogueiros

Versos da alma

Anuncie

Anuncie

SnapChat

SnapChat

Facebook

Youtube

Feature Post

Versos da alma

Versos da alma

Google+ Badge

Contact Us

Nome

E-mail *

Mensagem *

Follow by Email

Postagem em destaque

[Súmula de domingo] - JOGOS DA MASSA – Ana Cristina

Copyright © Faroeste Literário - entrevistas, cursos, resenhas e muito mais | Powered by Blogger
Design by SimpleWpThemes | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com