domingo, 11 de outubro de 2015

[Súmula de Domingo] Dia das crianças - Por Ana Cristina


Chegou o dia dos pequeninos. 
Tanto faz se meninas ou meninos.
O que importa é ganhar brinquedos, 
Azul ou rosa, eles ficarão prosa.

 Bom dia a todos, estamos aqui para mais um encontro e este é especial. Vamos conversar sobre a comemoração do dia das crianças.Claro que do ponto de vista comercial é um dia que rende ao comércio dias antes, um lucro considerável, perdendo para o dia das mães e Natal.
Fica claro também que para fazer apelo aos pequeninos não precisa de muito esforço, pois eles se contentam com pouco e esse pouco se resume a um presente apenas, uma única unidade, pequena ou grande, podendo ter o seu preço acima do valor do seu salário mínimo.
Não farei comparações de épocas, mas convenhamos, nos dias atuais qual criança trocaria um Tablet, um celular de última geração que transmite foto, mensagens, vídeos e chamadas ao toque de um dedo numa rapidez monstruosa, qual criança os trocariam por um peão, um jogo de varetas ou Banco Imobiliário?
Sim depende da idade, depende do lugar.
Os nossos pequeninos estão vivendo uma nova era onde a invenção de coisas as quais facilitam as nossas vidas, é assombrosa.
Agora é a evolução ou a involução?
Gosto muito de dar ênfase na tradição, por que ela me parece próxima as pessoas, dá coragem aos membros que a mantem, mas infelizmente muitas delas foram abolidas.
Neste “Dia da Criança”, que é uma tradição, que tal se colocassem em prática o almoço em família? Relembrar o seu tempo de criança e contar o que fazia para brincar? Seria um evento importante a ser guardado na memória dos pequeninos e lá na frente quando eles não mais o forem, quando estiverem reunidos em volta da mesa com suas famílias, eles poderão contar, aos presentes, como faziam para se divertir, os seus avós e os pais, porque provavelmente estarão obsoletos os Tabletes e os celulares.
Que tal se as colocassem em um espaço onde pudessem ser o que são, crianças e dessem a elas papel, tinta, caneta, lápis de cor, tesoura, assim como fazem nas escolas ou se dessem a elas fantoches e pedisse para que inventassem um história? Tenho a leve impressão de que fariam uma festa.
Temos o dever como adultos de deixar que as crianças permaneçam crianças, ensinando a elas o que realmente importa, o que realmente permanece.

Ana Cristina.


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