domingo, 14 de fevereiro de 2016

[Súmula de Domingo] Onde Estão os bichos? - Ana Cristina




 Doenças tropicais, vamos falar sobre isso. Eu já tenho dito há muito, que a educação é a mola propulsora para o progresso. Não existe outro mecanismo de defesa para doenças que, antes erradicadas e voltam a nos assombrar com força de epidemia. Será que eles, os transmissores, estavam planejando esse tempo todo? Fortalecendo-se a fim de atacar com força total?  Ou estavam a prepará-los para este fim. Enfim, enquanto não temos respostas para desvendar o início de tudo isso, fiquemos com a noção ao menos, e uma delas é que precisamos reeducar-nos, já passa da hora. Não adianta letreiros, propagandas, anúncios, o que adianta é o ser humano entender que o mundo é a nossa casa, se eu jogo lixo fora da minha casa, se um mundo é uma bola, ele volta para mim, de alguma maneira ele volta, é só raciocinar.
A casa está doente e suja.
            Como pode um inseto, um ser tão pequenino, nos ensinar tanto, eles são disciplinados, organizados, limpos, obedientes, subservientes, contudo, o comportamento de toda essa sociedade contribui para que se perpetuem os benefícios. As abelhas, as formigas, os pássaros, enfim, os seres abaixo de nós na cadeia alimentar, nos alimentam e nos ensinam. Você já imaginou se um deles mudasse o seu comportamento, se saíssem da sua organização e passassem a agir como nós, a bel prazer? Seria o caos. A pergunta é, porque eles conseguem manterem-se desde que o mundo é mundo com as mesmas funções e ações e nós não? Estamos acabando com o mundo, consequentemente conosco.
Você deve ser perguntar o que tudo isso tem a ver com as doenças tropicais e eu digo tem tudo a ver. Porque será que a população de mosquitos aumentou? Onde estão os seres acima deles na cadeia alimentar? Tudo bem os mosquitinhos sempre existiram, mas sabíamos de um caso aqui outro ali, de morte e infecção, fora as grandes epidemias de febre amarela e outras tantas em séculos passados. Convenhamos, estamos vivendo em uma era abastada no quesito facilidade e comunicação, portanto é humanamente impossível se pensar que não há como prevenir doenças antes adormecidas e outras tidas como erradicadas e ou combate-las de maneira meteórica, há de se pensar também em outra vertente, guerra bacteriológica. É uma hipótese sem descarte.  Será que o homem, o ser civilizado encabeçando a cadeia alimentar com desmatamento desordenado, com o seu lixo depositado nos rios; lagos; mares; praias, será que este ser tem alguma coisa a ver com tudo isso que está acontecendo com ele mesmo? Onde estão os bichos que comem insetos? Será que morreram em alguma queimada? Ou se evadiram por conta de desmatamento desenfreado para dar lugar ao cimento?
Este ser superior necessita de ajuda. Talvez se montassem um workshop onde os palestrantes seriam todos os seres abaixo dele na cadeia alimentar, será que assim o homem aprenderia algo sobre civilidade?
“......Seu Senhor dessa Cidade embevecida
Precisamos de coleta de coleta seletiva.
Eu preciso te dizer quanta dor quanta tristeza
Nosso verde se acabando faltando comida na mesa.
Façamos nossa parte ou iremos morar em Marte.”
Ana Cristina.
Fontes pesquisa:






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