quarta-feira, 19 de outubro de 2016

[4ªpoética] Uma Pessoa? Que Nada! - Ana Cristina da Costa



Sou uma pessoa no meio do nada,
Não vejo você, não vejo meu corpo,
Não vejo nada,
Sou uma estranha dentro de mim
Me perco dos sonhos,
Me busco parada,
Me olho profundo,
Me vejo encantada
Sou um ser sou meu poema,
Sou a lanterna Iluminando a calçada,
Procuro a verdade, A felicidade
Encontro a metade, Uma parte de mim,
Sou incansável colhendo os pedaços, São partes de mim,
Mas sou determinada a chegar no apogeu
No canto encantada do amor meu
Meu foco é o destino que às vezes me cobra
Passadas profundas, Sorrisos mais largos
Meu nome é de fada
Sou eu uma pessoa determinada,
Mesmo que em busca deste ser errante
Eu me desdobre  pelo mundo
E faça de minhas passadas curtas pesados fardos
Mesmo que seja eu um ninguém, um nada
Serei assim constante na luta,
uma coisa qualquer determinada.
Ana Cristina da Costa.




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