domingo, 14 de maio de 2017

[Súmula de Domingo] Mãe, De Amor e Paixão!!!- Ana Cristina da Costa

Vou falar de amor, mas também de paixão.

É claro que fazem a separação dos sentidos, dos sentimentos, afinal, quantas e quantas vezes nos apaixonamos na vida? E quantos são os alvos do nosso maior sentimento chamado amor?

Bem embora façam a distinção eu aqui vou na contramão, na via que atesta o paralelo e vou dizer porquê.

O que é o amor senão o nascido de uma paixão?

Quando nos colocamos mediante o objeto querido, desejado seja ele o próprio objeto no sentido real, nós o almejamos de uma forma tão profunda, tão eloquente que quando estamos próximos, de posse e de fato, nós o amamos.

E quando este objeto do desejo é uma pessoa, quando sentimos saudades da voz, da presença, quando nossos pensamentos são todos para ela, quando não conseguimos enxergar nossa vida sem ela? É paixão ou amor? Você pode me dizer que se for um parceiro, é paixão, se disser que é um irmão, um amigo, parente, e filho então, dirá que é amor com certeza.

Posso dizer que o amor é um labirinto onde cruzamos a todo tempo com as diferenças que há na pessoa amada, muitas vezes nos encontramos até conosco neste caminho tortuoso da vida e aí nos vemos em nossas ações ao lado do outro, nos vemos ridículos e nos punimos por isso, por tê-la feito sofrer tanto a custa de nossas vontades e exasperações.

Mas tomamos como advogado de defesa o pobre e indefeso amor, aquele que foi intitulado e criado para somente fazer o bem, jogar pétalas de flores e esboçar sorrisos.

Ele é o amor com sua mala cheia de coisinhas, detalhezinhos que o conferem o título do senhor apaziguador de todas as relações. O que consegue fazer perdoar e conviver por dias à fio, um ao lado do outro.

Já a pobre paixão alvo de tantas e tantas discussões, a culpada de causar uma forte atração e ou uma traição, - ah! Era só paixão, amor é daquele que está sempre ao lado da pessoa, do companheiro.

Sou a favor dos sentimentos, todos aqueles que trazem uma satisfação. A paixão embora crucificada, é um sentimento intrínseco do ser humano, pois somos volúveis por natureza, interesseiros por natureza e nunca estamos satisfeitos com nada para a vida inteira, basta um deslize da felicidade para que as portas se abram por completo à paixão. Sua efemeridade não lhe expulsa do paraíso, apenas lhe confere o título de elixir da juventude.

O amor, este velho senhor, o certinho, comedido e comportado sentimento capaz de comparecer à todas as instancias da sociedade, tem sua livre passagem, pois não ridiculariza ninguém.

Que dirá do amor de mãe e filho, filho e mãe, este incomensurável sentimento, este ardor a mola propulsora da humanidade, é o maior dos sentimentos, o mais puro e duradouro.

Por conta dele, o amor, é que neste domingo muitas pessoas independentemente de sua condição familiar, comemorará O Dia das Mães, porque mãe como disse há pouco, mãe é um ser ao qual podemos imputar amor e paixão e porque não?

Por: Ana Cristina da Costa
Imagem extraída do Google.
Trailer do filme: Um dia de mãe
https://www.youtube.com/watch?v=vsXrjOr0iAI



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