terça-feira, 25 de julho de 2017

[Faroeste News] DIA INTERNACIONAL DA MULHER NEGRA

EVENTO: Oficina de turbantes: Sou Linda!

"Somos herdeiras de mulheres que construíram a própria força"





No dia instituído como dia da mulher negra, rolou aqui na minha cidade (São José dos Campos) Uma oficina de turbantes. Que muito além de revelar as mulheres dicas de beleza, foi um evento informativo de empoderamento em regaste das origens da mulher negra; sua beleza raíz!

Ministrada pela querida Shirlene do projeto Amigas Black em parceria com a secretaria de igualdade racial de são josé dos campos, nesta terça, contou com a participação de inúmeras mulheres.


A intenção do projeto "Amigas Black - Sou linda" é incentivar as MULHERES a resgatar a sua identidade valorizar sua beleza interior. Amar-se, apreciar-se e aceitar a si mesmas. Dando-lhes a oportunidade de agir, pensar e exprimir opiniões de maneira confiante; o que automaticamente irá transparecer exteriormente.

"Resgatar a identidade é abraçar aquilo que Deus diz que eu Sou."
(Shirlene)



Mas não parou por ai! teve literatura também! Como representante da literatura da cidade,  principalmente por ser uma das únicas escritoras negras da cidade. Fui convidada pela mesma secretaria para fazer parte do evento, contar um pouca da minha história , do meu livro... E foi maravilhoso! olha eu aqui em baixo cheia de orgulho por ser MULHER NEGRA.


E aproveitando a magia desse evento, e tudo que ele representa, vamos falar um pouco sobre esse dia e porque ele existe.O dia 25 de julho marca o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. No Brasil, o dia também é em homenagem à Tereza de Benguela, líder quilombola que se tornou rainha, resistindo bravamente à escravidão por duas décadas. Esse ano, a data traz à tona a luta da mulher contra o feminicídio, as reformas que destroem os direitos do povo brasileiro, principalmente, das mulheres negras e por reparações à comunidade negra.

“Essa data é importante porque chama a reflexão para a situação de setores mais explorados e oprimidos da sociedade, que é a mulher negra Latino-Americana e Caribenha, e para os indicadores sociais, econômicos, políticos, que denunciam essa condição da mulher na sociedade brasileira”,

a data possibilita também resgatar a história da mulher negra no Brasil. “É um histórico de luta e resistência, como no período colonial, em que mulheres enfrentaram o escravismo, dirigindo insurreições, fazendo parte da direção dos quilombos, como é o caso da Tereza de Benguela. E esse resgate é importante, pois a mulher negra chefia famílias e garante o sustento familiar”

Ou seja, MAIS QUE MERECIDA HOMENAGEM!




Mariane Helena



Segue mais algumas fotos








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