domingo, 16 de julho de 2017

[Súmula de Domingo] Uma Troca – Ana Cristina da Costa


Hoje quer lhe propor uma brincadeira, por um abraço seu eu quero um conto mais bonito, assim nós dois ganhamos em igual proporção, eu te dou o meu calor de amigo te deixando feliz e tu me dás momentos alegres, que tal?
Essa brincadeira ilustra uma moeda de troca, não houve pagamento em espécie, mas uma troca de coisas interessantes a ambos, mesmo nos dias atuais, onde o capitalismo, o consumismo por coisas desnecessárias nos seduzem a todo instante, ainda vemos em alguns segmentos tal prática. Assim era feito na antiguidade, havia troca de coisas nem sempre de igual valor monetário, mas de acordo com suas necessidades e interesse. As trocas eram feitas entre os comerciantes de uma mesma comunidade somente. Com os bons tempos e ventos, sobravam alimentos e produtos em estoque, foi aí que expandiram a outros povos, criando os portos para que a mercadoria pudesse chegar a terras longínquas.
Há de se pensar que em 2017 onde se fala tanto em tecnologia, onde se vê robôs realizando operações, onde a mão do médico não toca no paciente e o problema é resolvido por luzes infra, e mãos mecânicas, onde os sexos podem ser trocados num mesmo corpo e este seguir em frente com suas nuances desejadas, onde as cirurgias plásticas, num mesmo país que abriga milhões de pessoas com fome e nas ruas, são campeãs, pensemos que não há barreiras para o comércio, mero engano ainda existe em muitos países restrições a produtos.
Comemoremos hoje as trocas, as compras e principalmente o discernimento de consumir o estritamente necessário, o desperdício, claro faz com que haja mais ofertas, mas também produz mais lixo e não queremos um ambiente sujo e poluído, não é mesmo?
Tenham todos um domingo de muito amor com a família!!!!!
Ana Cristina da Costa.

http://cultura.culturamix.com/curiosidades/a-historia-do-comercio

“Hoje se comemora o dia do comerciante surgiu a partir da criação da Lei nº 2.048, de 26 de outubro de 1953, que homenageia o nascimento de José Maria da Silva Lisboa, mais conhecido por Visconde de Cairu, o Patrono do Comércio Brasileiro.
O Visconde de Cairu foi o responsável pela criação das primeiras leis que beneficiariam o comércio brasileiro, que antes era totalmente dependente de Portugal.
Uma das suas principais ações foi aconselhar o rei português D. João VI a assinar a Carta Régia, em 28 de janeiro de 1808, abrindo os portos brasileiros ao comércio exterior.”

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