domingo, 10 de setembro de 2017

[Súmula de Domingo] Os Fenômenos – Ana Cristina da Costa

 Como deter um fenômeno natural? Você conseguiria impedir uma tempestade? Poderia evitar que chovesse na hora em que tem que sair de casa com seus cabelos escovados? De evitar que o frio intenso avance na cidade onde mora? Que a seca esturrique sua pele e leve embora sua saúde? E o que dizer sobre os grandes fenômenos que atingem todos os anos milhares de cidades e ceifam a vida de muitos? Você conseguiria detê-los?
Não temos as respostas, talvez tenhamos estudos sobre o assunto de algo tão gigantesco e avassalador, que tem mês, dia e hora de acontecer, estamos falando dos Furacões nos litorais americanos que devastam tudo, mesmo com a previsão da meteorologia, que faz a previsão certeira, e a preparação da população em revestir suas casas, e mesmo assim não conseguem deter a ação deste fenômeno natural, e o período é propicio, pois enquanto curtimos a nossa primavera no Brasil, acompanhamos o Terremoto de escala altíssima no México. Seria o troco da natureza contra nós? Pois esses fenômenos ceifam muitas vidas humanas, principalmente em países menos desenvolvidos, que mesmo com as previsões e experiências do passado, não conseguem escapar da ação devastadora desses fenômenos que surgem todos os anos.
E para a imprensa é um prato cheio, é noticia, intensa, pesada, mostrando o pouco de ajuda que chega e a destruição total, mas e as histórias individuais? Os heróis? Esses ficam para depois, se houver espaço, pois a desgraça causada por algo natural deve chamar mais a atenção, a destruição, a desconstrução, enfim os feitos do homem ficam para o final, pois ele não pode fazer nada mesmo, a não ser sofrer, busquemos então ativar a curiosidade e a misericórdia de quem está longe de tudo.
É evidente que não possuímos esse poder sobre a natureza, de evitar suas ações, mas ainda temos a condição de prever e não permitir que muitas pessoas percam suas vidas, mas se moramos em regiões onde é comum acontecer um fenômeno, mesmo que esse dure muito anos para surgir, devemos estar sempre atentos às modificações e novidades sobre o combate, ou melhor, maneira de se proteger em caso de uma catástrofe natural, isso já acontece em países de primeiro mundo, como no Japão, onde os treinamentos para fugir de terremotos são constantes, porem será que só isso basta? Acho que não, pois sempre alguém irá sucumbir a tais eventos, e os heróis ficam para as telas do cinema, onde por mais devastadores que sejam os fenômenos, os heróis irão salvar sua família.
E o que estamos presenciando hoje é a ação dos furacões, que não acontecem aqui no Brasil, a não ser o Katrina, um raro evento, mas um furacão funciona da seguinte maneira: a água do mar evapora, sobe na forma de ar quente, chega até o topo. Aí o ar esfria, se condensa e cai de volta ao mar. Esse é o “motor” do furacão, que vai sempre em direção a uma região litorânea e devasta tudo que encontra pela frente. E são tantos e de intensidades diferentes, que os mesmo já possuem nome próprio e pela ação já se sabe como e aonde ele irá atingir, fazendo com que a maioria das pessoas se retire dos locais atingidos.
Infelizmente os tais fenômenos carregam os nomes mais bonitos, talvez seja uma forma de amenizar o seu poder destruidor, e pasmem, vão de A a Z, mas quem dera se o pôr do sol ou os eclipses e as mares tivessem igualmente os nomes mais inusitados para que lembrássemos das melhores coisas.
Gostaria muito que este domingo se chamasse Cinderela para que pudéssemos perder somente o sapatinho.

Ana Cristina da Costa
Imagem extraída do Google.
Indicação de filmes: Terremoto – A Falha de San Andreas
http://www.redecanais.com/terremoto-a-falha-de-san-andreas-dublado-2015-1080p_6f72320b0.html
O Olho do Furacão
https://www.youtube.com/watch?v=PfHsvpxFiys





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