quarta-feira, 13 de junho de 2018

[4ª Poética] Sempre destino do errante - Mauricio Duarte



SEMPRE DESTINO DO ERRANTE


A paixão de Rumi,
celebrando a natureza,
conheceu eco em Iqbal,
buscando a benção!

Mas do que é feita
essa poética que não é
espiritualidade
em textos de Thomas Merton?

Quando Carlos Nejar
virá em sua imensa
lírica participativa
em cosmogônico mistério?

Ao encontrar a voz
gnóstica nos grandes versos
de Alexei Bueno em sua
pura cultura clássica?

Numa amplidão de sentidos
em poemas da maravilhosa
Cecília Meireles,
conhece toda nossa alma?

No idioma poético
amoroso de Maria Carpi
onde se percebe,
tanto quanto se sente...

Na geografia da poesia
de Rodrigo Garcia Lopes
em imensos desertos,
inundados de mídia...

Ou nos romances de fortes
cargas emocionais e místicas
de mestre Paulo Coelho,
sempre destino do errante...

Talvez separando o real
do falso, o fugaz
do permanente, na senda
teosófica de Blavatsky...

A paixão de Rumi,
celebrando a natureza,
conheceu eco em Iqbal,
buscando a benção!


MAURICIO DUARTE (DIVYAM ANURAGI)

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