segunda-feira, 25 de março de 2019

[O que aprendi com as borboletas] Lhe roubaram a esperança? - Mariane Helena

LHE ROUBARAM A ESPERANÇA?

“Por que tenho um varal de esperanças
Na porta da frente do coração
E vento nenhum carrega.”
(Mariane Braga)

Se você já não enxerga perspectiva, despreza políticos e a politica, não suporta mais a violência e os problemas do cotidiano; se sempre espera o pior é um sinal de que lhe roubaram a esperança.
Se desacredita na raça humana, se usa as redes sociais para propagar seu ódio, se não acreditas mais em ninguém e almeja “comer “ também  uma fatia desse bolo da corrupção. Esteja certo, que lhe roubaram a esperança.
Se Não cultivas mais seus sonhos, se não assume mais o protagonismo da sua vida e está vivendo por viver, se confia apenas na sua conta bancária e faz de tudo para subir na vida; tenho algo a lhe dizer: roubaram-lhe a esperança.
O mundo diariamente tenta nos fazer abdicar da esperança. Então o caminho quase que natural introjetarmos culpa, ou jogar nos ombros de outrem todos os males que nos afligiram. É mais simples! “Já que o problema não é meu“, fugimos da responsabilidade  de solucioná-lo.
Você como eu, como vitimas de  promessas, que se transformaram rapidamente em ilusões, e repetidamente tomamos atitudes e/ou escolhas que culminam em frustrações. Ainda assim, não podemos permitir que nos roube a liberdade contida no ato de esperançar. Vislumbre o passado e reconheça o quanto já venceu... Tudo o que já superou! Com certeza essas memórias o projetaram para um futuro de possibilidades.
Encare o futuro como uma colheita. Possivelmente não colha o que espera hoje, mas o primordial é que morra constantemente a semente. (Semente para dar fruto precisa morrer na terra, desapegue-se dela!)
A partir do momento que se condicionar no contexto9 de uma semente e escolher matar dentro de ti, todo rancor, pessimismo, aflição, abandono, falta de perdão... Terás a possibilidade de esperança em um amanhã. Não espere cair do céu; arregace as mangas e faça acontecer!
Com fé creia; com amor acolha; e com confiança construa. Quando nada mais lhe parecer valer a pena, reúna as penas, as aproveite para criar novas asas e voe. Acreditar novamente que o “voo” é possível, é a melhor forma de recuperar a genuína esperança de que está nas suas mãos o poder de fazer o diferente acontecer.

Mariane Helena
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