domingo, 8 de setembro de 2019

[Súmula de Domingo] Os Nossos Medos – Anna Costa


O cérebro humano e os seus mecanismos de defesa.
O medo nada mais é que um aviso. Em um determinado momento de perigo sua adrenalina subiu, a sudorese aumentou, o coração bateu descompassadamente e você simplesmente não reagiu. Em situação semelhante a esta, ele avisa acionando o botão do desespero para que você possa correr ou enfrentar.
Ficamos condicionados e não questionamos nem tentamos mudar, porque se torna comum e corriqueiro.
Eles são tão enormemente devoradores, que deixamos de viver, não vamos em frente, pois o redundante passado está sempre às voltas.
Mas se escolher mudar a situação verá o quão é fácil.
Este sentimento pequeno esteve presente em minha vida com bastante intensidade em diversas situações, mas assim como o cérebro trabalha produzindo mecanismos de defesa, ele pode ser trabalhado a combater o perigo. Sendo assim, ficamos mais fortes. E eu fiquei mais forte, espantei uns fantasmas pra bem longe. Eles são  coisas velhas e não me assustam mais, estão fracos e sem graça.
Assistindo ao IT A Coisa 2, filme, pude perceber que ele aborda essa temática do medo e de que fornecendo a ele alimentos é claro, ele volta com toda a força. Quando os amigos fazem o ritual queimando os elementos do passado, ali o filme nos dá a clara evidência de que é o melhor caminho a se seguir.
Se tenho medo de assombração? Não. Já tive muito, muito mesmo de fazer xixi na cama, mas hoje levanto no meio da noite não acendo as luzes e não vejo nem sinto medo algum.
Fiz meu ritual de queimar lembranças e objetos, faça você também e se repita todos os dias que isso não te assombra mais e que você pode enfrenta-lo.
O palhaço é só uma representação do medo, ele é feio, envolvente, sarcástico, é gigantesco e enganador.
Por fim como uma ameixa seca ele se foi, deixou de ser importante e outras coisas ficaram no lugar.
Mas é claro que não podemos viver sem ele, pois sem alerta morreríamos facilmente com certeza, o que não podemos fazer é deixar que ele seja a mola propulsora de nossas vidas.
Vivemos com medo sim de tantas coisas não só do que nos assombra no meio da noite, mas também do nosso futuro como nação e como humanidade. De como estamos sendo governados e de como tratamos dos irmãos vegetais e animais, nós os estamos matando. Somos como uma raça dominante e perniciosa, pois, embora comamos e bebamos deles, também os desintegramos.
Somos nós os humanos, os verdadeiros extraterrestres.
Sobre o medo?
Desenterre o escudo e a espada que existe em você e lute, no final o seu orgulho e o seu altruísmo serão parceiros, inseparáveis.
Por: Anna Costa.
Imagem extraída do Pixabay
Indicação de filme: Onde Vivem os Monstros


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