domingo, 15 de setembro de 2019

[Súmula de Domingo] Vamos falar ou cantar? – Anna Costa



Eu já cantei e já tentei cantar e hoje encanto.
Cantar qualquer um pode, haja vista temos o estúdio perfeito, o box do banheiro, a acústica é perfeita, as notas saem perfeitas, aos meus ouvidos. Aos que  estão do lado de fora pode soar como um amontoado de notas desafinadas, mas a quem canta é o melhor esvaziamento da alma.
Eu encanto porque minha voz agrada aos meus ouvidos, porque quando estou entoando as notas elas saem acompanhadas de muito sentimento.
A música e seus acompanhamentos é uma ferramenta não só de entretenimento ela pode resgatar indivíduos de seus túneis invisíveis, posto lá de alguma forma, por doenças inúmeras, a música tem este poder.
Ela traz lembranças e promove histórias.
Hoje comemora-se o Dia da Musicoterapia –
“Musicoterapia é o uso da música num contexto de tratamento, reabilitação ou prevenção de problemas de saúde e para promover o bem-estar. É um processo sistemático, que decorre ao longo do tempo e é baseado em evidências científicas. A musicoterapia é efetuada entre uma pessoa ou um grupo e um musicoterapeuta. Wikipédia
Vou falar sobre o que ela faz comigo. Eu canto quando estou só, minhas músicas, aquelas com as quais me identifico, com as quais tenho intimidade, sem elas fico perdida. Tenho restrição com músicas novas, então vou com um certo receito e desconfiança aí quando ouço e ela me toca como a um instrumento, eu me entrego e ela passa a fazer parte do meu repertório. Sou bem eclética no quesito estilo, ouço de Cantos Gregorianos a música eletrônica, cada uma no seu estilo e batida acertam em cheiro meu espírito.
Com a música eu choro todas as águas guardadas em mim, viajo e abro minhas gavetas emperradas e empenadas, não limpo as traças, deixo que elas façam parte do dilúvio com seus caminhos nas lembranças.
Gosto de ouvir bem perto, bem alto, como se para abafar as palavras e a possibilidade de qualquer ação é a minha terapia. Na minha solidão, no meu quarto, nas minhas músicas.
Claro que a musicoterapia é uma ciência e ela age com disciplina e acompanhamento, aplicando as técnicas e os conhecimentos. Portanto eu quis falar de um modo despreendido de como a música é importante para mim e você pode montar o seu histórico sobre como ela é importante para você ou não, você pode não gostar de música e isso não te faz melhor nem pior que ninguém apenas diferente.
Gostaria que aproveitasse este dia e ouvisse música e cantasse e envolvesse seu par e dançasse e fosse feliz, hoje, seja feliz.
Por: Anna Costa
Indicação de filme:  Bohemian Rhapsody  https://www.youtube.com/watch?v=mP0VHJYFOAU


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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

[Faroeste news] Setembro verde: o mês da inclusão



Aberto oficialmente “Setembro Verde” o mês da inclusão social

Foi aberto, em solenidade na Assembleia Legislativa – (ALESP) – o “Setembro Verde”, mês que se comemora a inclusão social. Representantes das APAEs de todo o Estado de São Paulo, autoridades, parceiros, entidades e a comunidade que apoia a causa. Neste ano, o intuito da campanha é envolver novamente a população em atividades voltadas à inclusão social e dar maior visibilidade a causa da pessoa com deficiência.
Quem trafega pelas Rodovias Anhanguera e Bandeirantes pode acompanhar, por meio dos paineis eletrônicos, mensagens alusivas às comemorações dessa causa tão nobre, que é a inclusão social.
Como teve inicio a campanha do Setembro Verde?
A campanha teve início em 2015 e foi instituída pela Federação das APAES do Estado de São Paulo (FEAPAES/SP), em parceria com a APAE de Valinhos (SP), e tem como objetivo tornar o mês de setembro referência na luta pelos direitos e inclusão social da pessoa com deficiência.

EU POSSO SER EU SOZINHO!


Ei! Eu posso ser eu sozinho!
Dá licença ai, pois essa dor,
Não me para mais.
Pelo contrario,
Ela me prepara!
Para as delicias que hão de vir.
Minha limitação, não me limita,
Pelo contrario,
Ela me habilita
Para novas oportunidades,
Com novas habilidades!
Viver em comunhão 
É sim o que desejo.
Mas quero viver em sociedade, 
Com a minha individualidade.

Entenda! Eu sou capaz!

Só quero paz
Para ser quem sou.



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domingo, 8 de setembro de 2019

[Súmula de Domingo] Os Nossos Medos – Anna Costa


O cérebro humano e os seus mecanismos de defesa.
O medo nada mais é que um aviso. Em um determinado momento de perigo sua adrenalina subiu, a sudorese aumentou, o coração bateu descompassadamente e você simplesmente não reagiu. Em situação semelhante a esta, ele avisa acionando o botão do desespero para que você possa correr ou enfrentar.
Ficamos condicionados e não questionamos nem tentamos mudar, porque se torna comum e corriqueiro.
Eles são tão enormemente devoradores, que deixamos de viver, não vamos em frente, pois o redundante passado está sempre às voltas.
Mas se escolher mudar a situação verá o quão é fácil.
Este sentimento pequeno esteve presente em minha vida com bastante intensidade em diversas situações, mas assim como o cérebro trabalha produzindo mecanismos de defesa, ele pode ser trabalhado a combater o perigo. Sendo assim, ficamos mais fortes. E eu fiquei mais forte, espantei uns fantasmas pra bem longe. Eles são  coisas velhas e não me assustam mais, estão fracos e sem graça.
Assistindo ao IT A Coisa 2, filme, pude perceber que ele aborda essa temática do medo e de que fornecendo a ele alimentos é claro, ele volta com toda a força. Quando os amigos fazem o ritual queimando os elementos do passado, ali o filme nos dá a clara evidência de que é o melhor caminho a se seguir.
Se tenho medo de assombração? Não. Já tive muito, muito mesmo de fazer xixi na cama, mas hoje levanto no meio da noite não acendo as luzes e não vejo nem sinto medo algum.
Fiz meu ritual de queimar lembranças e objetos, faça você também e se repita todos os dias que isso não te assombra mais e que você pode enfrenta-lo.
O palhaço é só uma representação do medo, ele é feio, envolvente, sarcástico, é gigantesco e enganador.
Por fim como uma ameixa seca ele se foi, deixou de ser importante e outras coisas ficaram no lugar.
Mas é claro que não podemos viver sem ele, pois sem alerta morreríamos facilmente com certeza, o que não podemos fazer é deixar que ele seja a mola propulsora de nossas vidas.
Vivemos com medo sim de tantas coisas não só do que nos assombra no meio da noite, mas também do nosso futuro como nação e como humanidade. De como estamos sendo governados e de como tratamos dos irmãos vegetais e animais, nós os estamos matando. Somos como uma raça dominante e perniciosa, pois, embora comamos e bebamos deles, também os desintegramos.
Somos nós os humanos, os verdadeiros extraterrestres.
Sobre o medo?
Desenterre o escudo e a espada que existe em você e lute, no final o seu orgulho e o seu altruísmo serão parceiros, inseparáveis.
Por: Anna Costa.
Imagem extraída do Pixabay
Indicação de filme: Onde Vivem os Monstros


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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

[4ª Poética] Estrela reluzente - Emerson Marinho


Estrela reluzente

Hoje a vida reinventou a felicidade
O mundo redescobriu a alegria
Cintilante como as estrelas iluminando a eternidade
É o seu sorriso repleto de magia

Que os seus sonhos se transformem em realidade
Que você seja mais feliz a cada dia
Que jamais lhe falte a fé e força de vontade
E que a esperança seja sua estrela guia

Que você sempre tenha o dom de encantar
Que deus lhe abençoe eternamente
E faça da sua vida um alegre sonhar

São os votos de quem te ama hoje e sempre
Especialmente aqui para lhe desejar
Feliz aniversário, minha estrela reluzente

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

[4ª Poética] Cai,. cai, chuva - João Isidoro

CAI,CAI CHUVA





Chuva veio, foi um devaneio...

Quarto pinga, cama molha!

Sala pinga, sofá arrasta;

Chuva veio não passou, só enchente deixou;

Desaba ou não, parede assusta com água de chuva, que muita astúcia tem;

Chuva cai, cai não casa, chuva embora vai.

Chuva veio não passou, casa alagou!

Panelas faltaram para pingos que pingavam.

Cama molha,

sofá arrasta

pinga, pinga, hei, não beba até que a chuva desapareça chuva veio, quarto pinga, cama molha

sala pinga, sofá arrasta

chuva veio não passou

Mas alagou, casa resistiu não caiu, mas se feriu

chuva cai, casa ferida não

chuva cai em vão, casa ferida, alagada, sofreu solidão;

chuva veio não passou casa alagada ficou...

JOÃO ISIDORO




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domingo, 25 de agosto de 2019

[Súmula de Domingo] HOMENS Artistas, Teremos Comemoração? – Anna Costa


Nos primeiros momentos o homem sentiu a necessidade em calçar-se, então fizeram sapatos. Vendo que o feito era bom, fizeram as roupas também.
Precisava ele comer vieram as armas de pedras, madeiras e ferro, mas o homem matou a si mesmo.
Suas caças apodreceram, aprenderam com a natureza a conservação. Viram que as folhagens, raízes e frutos também eram bons. O homem alimentou-se e fez disso o pão.
As terras ficaram com pouco espaço, havia a necessidade de expansão, a roda ganhou seu espaço, antes quadradas, arredondaram-se ganhando o mundo inteiro.
Por onde passava ele pintava com pedras, com sangue e seivas em quadros naturais das cavernas, deixavam ali seus primeiros registros artísticos.
Depois encontraram as cores por todo o lado, com dedos pincéis, pintaram a cara, os vasos, as roupas e tudo então.
Batendo uma coisa na outra se ouviu o som de um leve refrão, fizeram seus brados, seus gritos de guerra, a oração.
O homem sai cantado mundo a fora costurando ideias, batendo o pé no chão.
Não satisfeito com tudo isso, fez ele suas próprias casas, o homem não mais trilhava, fincou raízes, constituiu família, trabalhou para outros homens em troca de quinhão. As coisas ganharam preço.
A comida ficou bem mais próxima, arava a terra, plantava remédio, acumulava coisas, criou-se lixão, lixão.
Criaram doenças, doente, o homem morria, fedia. O que fizeram então? Criou-se um lugar de descanso eterno, nasceram os cemitérios, os números e as letras de identificação.
Novas profissões surgiram, as carpideiras, os carpinteiros, os funcionários, as floristas, os cantadores e o violão.
Com os tecidos esticados viu o homem que aquilo era bom, as telas foram borradas com dedos, com folhas, pedaços de pau, rabo de cavalo e cabelos de gente, a mata pulou para o pano, o céu se pintou no fundo e a moça nua fazia pose à criação.
Sentiu ele, a necessidade de contar sua história, encenou em cima de uma carroça, gritou, olhou de soslaio, pisou firme no chão, levou este nome de arte mambembe, teatro era diversão.
Os irmãos brincando de fotografia deram aos retratos movimentação, escandalizaram plateia, correram do trem na contramão, era tudo brincadeira de gente destemida querendo fazer nome, deram nome de cinema e viu o homem que era bom.
Por causa deste tal camarada, as telas de pano ganharam outras partículas, pois as letras antes no papel passaram a ter digitação.
Tudo ficou muito fácil, o homem criou seu espaço em torno de si mesmo, sem preocupação, pois lá no jardim o ipê está morrendo, o passarinho ficando sem água, o veado campeiro correndo de fogo e a seca comendo o sertão.
O que está matando o homem é a arte de não fazer mais nada ou é a tecnologia da insanidade que devasta a inteligência dos que sobrevivem ainda da lasca nas mãos?
É, somos artistas de tudo quanto é jeito, aprendemos com a natureza lá traz, ela disponibilizou a sabedoria, a clorofila, o medicamento, a sombra, o alimento, seu próprio corpo, aí veio o machado, a serra, o fogo e levou a relação.
Hoje chora o homem o sangue verde nas veias e nas mãos.
Mas a natureza é deus e ela cobra seu trato, solta seus bichos, seus vermes, sua consideração, o homem? Este deve repensar seus dias, pois ele, ele não faz fotossíntese não!
Estamos morrendo!
Hoje é dia do ARTISTA, será que devemos comemorar com eles, os fazedores de vida verde, que morrem por nossas mãos?
Hoje não tem parabéns!
Por: Anna Costa







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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

[4ª Poética] Sonhos - Elisio Mattos

Sonhos...



Estava em transe, dormindo 
Talvez sonhando contigo 
Quando de repente senti um calor 
Dando-me um certo conforto 
Pelo aroma que existia no ar 
Eras tu, meu amor 
Que bem devagarinho 
Beijava-me para não me acordar 
Pois o que mesmo querias 
Era na minha cama deitar 
E no meu sonho entrar 
Então, deixei que entrasses 
Te recebi no meu sonho 
Te reconheci pelo toque 
E no deleite de sentir teu cheiro 
Me agasalhei nos teus braços 
Ouvindo uma música suave 
E viajei por ti 
Fazendo no meu sonho 
A mais linda viagem de amor 
Contigo em mim e eu em ti ...


ELISIO MATTOS

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domingo, 18 de agosto de 2019

[Súmula de Domingo] Sobre a Cultura – Anna Costa


Os gatilhos disparados no cérebro quando você vê algo que lhe agrada é como uma explosão vulcânica. O objeto do desejo à sua frente traz aos que a veem, lembranças, sentimentos de amor, saudades e quiçá de criatividade, que até então não se sabia possuir, nasce um promissor artista.
Tenho escutado de diversos professores de diferentes segmentos artísticos e até mesmo de outros que não o são que podemos aprender qualquer coisa, bastando apenas técnicas aliadas a exaustivos exercícios, estes suprem o “dom”, ou seja, ser artista não é ter dom é ter técnica.
Eu acredito que aliado a tudo isso, primeiramente o ser deve esboçar um mínimo de gosto por toda a arte apresentada, do contrário a ele todo o esforço não passará de um mero treinamento.
Sim podemos aprender qualquer coisa, mas vive-las em profundidade é para poucos. Entregar-se a um personagem, oferecer a ele o seu corpo e transforma-se nele é algo sim que requer muita prática e muito mais determinação do contrário à primeira dor, abandona-se todo o enredo.
Minha jornada na representação está apenas começando, embora eu já passe dos 50 anos, mas posso dizer que essa entrega trouxe a mim uma gama de desconstruções e outras reformas. Posso dizer que a arte é um dos instrumentos mais belos tocando as notas perfeitas. A arte cênica nos remete a tantos questionamentos que fica impossível não admirá-la e ou amá-la. Eu amo àquela que me faz sofrer! Sou uma eterna refém desta adorável algoz.
Sou uma devoradora de artes manuais, embebi de muitas técnicas, aja vista a década de 70 foi uma das mais promissoras e inventivas. Então quando falo de arte envolvo e permeio pelos seus segmentos, falo das artes visuais, da representativa, da escrita, da culinária, enfim, fazer arte é desenvolver e sair do eixo para ser outra coisa é inventar-se.
Hoje se comemora o Dia Nacional da Revolução Cultural, movimento político que se deu na China. Um acontecimento histórico que disseminou quase que uma população inteira e pôs à queima obras de artes, livros e monumentos, que exterminou pessoas cultas, crianças e anciãos de forma bestial e desgovernada. Jovens foram usados e em suas mãos foram postas armas, aos seus cérebros foram dado ideologias tortas, eles já contaminados e com toda a vitalidade que às idades compete, combateram todo o pensamento contrário. Foi uma carnificina. Tudo isso pelo querer de um ditador que queria suas ideias aceitas.
Passamos por isso tantas e diversas vezes. A arte sempre foi o primeiro alvo de toda a guerra, isso porque através dela construímos um pensamento, por ela somos consumidos porque depois de todos nós ela permanece.
Mesmo que um número em grandes proporções de pessoas seja consumido pela ignorância, a semente da arte permanece no solo e em algum momento ela emerge dando frutos.
Por hoje apenas exaltarei os nomes dos imortais gênios da humanidade, por eles soltarei brados e tocarei trombeta, a eles minhas sinceras reverências.
“O Teatro foi a primeira invenção humana.” Augusto Boal.
Que Deus proteja os artistas!
Por: Anna Costa.
Imagem extraída do Pixabay
Indicação de filme: https://www.youtube.com/watch?v=7abLqIpNtck – Caçadores de Obras Primas.



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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

[4ª Poética] Quem me dera ser real - Eliézer Viajante do tempo

Quem me dera ser real





Se apenas fosse verdade
Que sou especial
Eu não ouviria
Apenas como a primeira fase da frase
Só haveria essa parte

Você é especial
E vem qualquer outra coisa
Desculpa para não ficarem perto
Algo para me afastarem

Se fosse verdade
Eu não seria o que sou hoje
Se fosse verdade
Eu sairia bem menos magoado

Se tivesse sinceridade
Eu teria ao menos uma vez
Sido realmente acolhido
Estaria sendo amado
Talvez meus versos
Estariam sendo expostos
E não guardados

Se tivesse alguma verdade
Eu jamais teria sido trocado
Eu não precisaria ouvir
Eu saberia sentir
Pois a demonstração
Seria bem maior

Eu não encontro o significado
Nesta palavra
Se eu a ouço
Já espero a contra parte
O contra peso
Que apagará o significado

Se fosse real
Eu não estaria aqui
Escondido atrás de páginas
E páginas
Mostrando o que sinto
Por não conseguir dizer
Ou por nem ter a chance
De falar

Se eu fosse o que diziam
Antes de demonstrar o oposto
Seria a mais bela verdade

Eliézer Viajante do Tempo
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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

[4ª Poética] Fogo passado - Eliézer viajante do tempo

Fogo passado



Queria que fosse eu
A fazer tudo por ti
Fiz demais
Não notou
Fui ficando para trás

E observar de longe
Suas alegrias
Tristezas
Ter algum momento
Em que eu consiga um sorriso

Ou você fazer isso por mim
De tantas poesias
Virei isso
E por mais
Que eu ame poesia

Não sou só alguns versos
A você ler
E infelizmente
Não reconhece o seu valor
Muito menos o meu

Não sei como é ter sua atenção
Nem como seu tempo é administrado
Se eu pudesse
Iria a frente
Para impedir
Qualquer dor

Se eu fizesse algo diferente
Se fosse mais ousado
E tentasse algo

Deixaria de ser eu
Eu cansei de tudo
Só não de te impedir de chorar
Mas quem diria que quando fiz isso
Você voltaria para os braços dele


Eu sempre fiz isso
E quem fez por mim?
Odeio reviver
Viver é um perigo
Faz mal a meu coração

Nem finjo que nada aconteceu
Eu só não toco no assunto
Fogo dado por mim
Para ninguém se apagar

E quem devolve?
Amor
Palavra conhecida
Palavra tão inusitada
E não usada em minha vida
Pelos outros

Queria eu ter vivido
Em outras épocas
Para quem sabe
Realmente viver
Esse amor que tenho

Nada faz apagar
Nada me faz desistir
As lágrimas não apagaram
O vento não o fez
E sobrevive ao inverno

E já ficou tão quente
Quanto o inferno
A me queimar por dentro
E a colocar ataduras
Por amar demais

Sempre tem um motivo
Que não me satisfaz
E rouba a paz
Rosas entregadas

Ninguém chorou
Quando fui embora
E faz-se dois dias
Que fui embora
E ela não disse nada

A sina de um viajante do tempo
Tenho vocabulário e ações
Mas ninguém a direcionar
E esperar por alguém
É pedir decepção

Melhor seguir em frente
Esses tempos
Não fazem jus
Ao que sinto

Minha boca
Que não conheceu
Nenhuma boca apaixonada por mim
Minha língua pronta
E cheia das palavras mais lindas

A quem devo direcionar
O papel acaba sendo o alvo
Palavras doces
Trocadas por sorrisos
E ações frias
Palavras afiadas

Em quantos já me fiz
Para aguentar?
E onde você está?
Em braços de outro
Não sabe que existo?
Me ignora?

Ou não sou conveniente
A última que amei
Me amou...
Mas uma parcela
De quem sou
E ao tentar ser inteiro
Ela foi embora

E já vi um país das maravilhas
Mas ao salvá-lo
Foi para longe de mim

Eliézer Viajante do Tempo
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terça-feira, 6 de agosto de 2019

[Faroeste News] Lançamento do livro "O mar em mim" de Mariane Helena



 


 No último dia 25/07, aconteceu no Centro da Juventude de São José dos Campos, o lançamento do livro "O mar em mim" da escritora Mariane Helena. O lançamento da obra que é o primeiro romance da autora, fez parte  das celebrações do dia da mulher negra, comemorado no dia 27 de julho. Além do lançamento, o evento promovido pela prefeitura de São José dos Campos em parceria com  o grupo Mulheres do Brasil, contou com um bifê e uma roda de conversa com Sônia Guimaraes, Carolina Félix, Janaina da Silva Melo, ShirleiVerissimo e Mirela Alencar.

O lançamento contou com o sorteio de 10 exemplares da obra, e claro, uma emocionante sessão de autógrafos.

"É muito emocionante você poder autografar o seu sonho, e o mais bacana, foi ver a minha tia mais velha Oraida, que sempre foi meu referencial, chegando. Poder autografar o meu sonho para ela foi muito emocionante."

Mariane ressalta o carinho e a emoção de ter sua família ali presente, ajudando e dando todo o suporte.

A autora também fala com carinho da conferênci dos vicentinos Santo Agostinho, que estiveram presente.

"Eles já atendem a minha família a muitos anos e poder ver todos eles presente, comprando meu livro e podendo tirar uma foto com todos reunidos, sem dúvida foi muito emocionante."





Perguntada sobre a importância do evento e sobre ser uma escritora negra, Mariane disse:

"Ser uma escritora negra é um privilégio e um desafio. Um desafio, porque você sempre em que mostrar mais, você sempre tem que batalhar para que o que você escreve seja reconhecido, mas é uma honra, principalmente ser reconhecida como uma personalidade negra da minha região e poder ser um referencial para novas escritoras e mulheres negras".



O que também chamou a atenção, foi o prefácio do livro, feito pelo escritor e poeta Davyd Vinicius, que segundo Mariane traduziu muito bem a essência da história.

"Quando eu terminei o livro, mandei para o Davyd, ele leu e logo me mandou um texto falando sobre ele, eu gostei tanto que tive que colocar como prefácio", completou Mariane.

Leia o prefácio abaixo:

"Amar, sonhar, perder. Procurar no outro calar a solidão que existe em si. Um querer tão frágil que se esvai com as marés, que se distancia com as brisas.
Ninguém aprende a dizer adeus, ainda mais quem acolhe em um abraço tantas vezes, mesmo sabendo que é parte da partida, Quem acumula histórias, memórias e questionamentos, quem ama sem medida.
Compreender a si faz parte do jogo ambicioso do amor, perder-se no outro, chorar de dor. Quebrar o coração e depois brincar de juntar os caquinhos no aguardo de alguém para desmanchar tudo de novo. Balançar com as águas bravias que nos faz estremecer, isso é se apaixonar, isso é sofrer, isso é se encontrar e se fazer maior em meio ao viver. Suturar tantas vezes nos torna experientes, nos dá um novo olhar, como os ciclos da natureza que se renovam e nos fazem acreditar. Amar tantas vezes e descobrir que nasceu para ser só. Só indagações, só despedidas, só ilusões. Como um velho solitário e suas emoções."

""O mar em mim" conta uma história linda e que muitas vezes nos faz parar para refletir sobre nossos sentimentos que muitas vezes são deixados de lado. Seu enredo é envolvente e surpreendente, nos fazendo mergulhar não só na história, mas dentro de nós mesmos." finaliza Davyd.


Para adquirir a obra, basta entrar em contato com a autora através das suas redes sociais:


https://m.facebook.com/profile.php?id=100002269830887








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domingo, 4 de agosto de 2019

[Súmula de Domingo] Hoje é Domingo – Anna Costa



Hoje é dia da Campanha Educativa de Combate ao Câncer.

Domingo, um dia servido como o do descanso!
Poderá ficar em casa ouvindo suas músicas e cantando, se ninguém reclamar de sua voz aveludada, desfrutar da rede e embalar os pensamentos até que venha uma mosca a tirá-lo do repouso, o que não estava nos planos, ler aquele livro que de tanto tempo guardado criou uma camada de poeira, ponha sua leitura em dia ou promova um almoço para os amigos, principalmente se aquele que não vê há muito tempo vier; para eles sirva o seu melhor, faça o melhor, este dia é o mais importante.
Domingo é dia de muitas coisas que embora às vezes façamos coisas que ao invés de sua aclamação, nos cansamos, mas tudo é válido quando se trata de um dia a mais no calendário que temos para fazer coisas que não poderíamos na semana, usar do ócio.
No que diz respeito a isso, fugindo do almoço com a família e amigos, aos finais de semana, propriamente dito, aos domingos, as sacolas são recheadas de conteúdos estranhos ao corriqueiro; entram nelas peças bem pequenas de lycra, bronzeadores, protetores solares, de corpo e lábios, chinelos despojados e toalhas com estampas bem chamativas, sugerindo a natureza. Estes são acessórios básicos para quem pretende ir banhar-se em águas fora de casa se for o caso, mas mesmo em casa, se tem piscina, os cuidados devem ser tomados.
O sol é um dos vilões, embora seja ele o astro rei, admirado e aclamado a todo instante, os raios solares trazem inúmeros destemperos à saúde humana, então que tal começar por hoje a se proteger fazendo uso dos dispositivos inúmeros disponibilizados no mercado e consequentemente introduzir nas crianças esse mesmo espírito de proteção?
Pode parecer bobagem estabelecer cuidados para que se evite essa ou aquela doença, e não estou falando somente sobre a exposição ao sol, falo igualmente da alimentação que está, hoje principalmente preocupando especialistas, no quesito conservante, aditivos químicos, corante e toda uma infinidade de produtos adicionados em “alimentos” que consumimos. Ora é de se pensar que se vai comer que seja algo em que confiamos, mas estamos tão arraigados em culturas estrangeiras que não pensamos em nada na hora de degustarmos um sanduiche, haja vista, o nome nem é daqui, assim como muitas palavras que fomos consumindo e adquirindo tanto como os sabores. Ah de se rever a alimentação inclusive dos pequenos que tão acostumados a produtos industrializados que muitos não sabem ao menos de onde vem o ovo, mas é natural se os pais ainda novos vêm também desta bagagem industrializada, restando aos mais velhos e ou aos novos cientistas as informações corretas.
Pensemos que nossa estada aqui nesta existência é curta, não vivemos para sempre, mas podemos fazê-lo de forma agradável. Por certo que o câncer já se mostrou contrário a tudo o que se estuda até hoje, que por mais que tomamos cuidados, ainda assim ele se instala em alguns indivíduos se dizendo independente e forte, infelizmente, mas se podemos tolher alguns de golpes, o faremos, pois temos as informações sem o direito de ignorá-las.
Desejo que os passeios de domingo sejam regados a muita proteção em todos os sentidos em relação à saúde bem como com a manutenção dos carros.
Cuide de sua família e amigos, um beijo!
Por: Anna Costa
Imagem extraída do Google.
Indicação de filme: Filme biografia – A Dama Dourada –




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domingo, 28 de julho de 2019

[Súmula de Domingo] Agricultores - Nossos Heróis – Ana Costa



Hoje é dia do Agricultor e eles são os nossos heróis, mas  o que vamos comemorar?
Bem se andarmos na contramão da desinformação está tudo bem obrigado, pois em um país cuja população tem fartura alimentar, sim devemos comemorar....
A terra é fértil sim senhor, nisso não há controvérsia, também é verdade que alguns preferem o asfalto, mas nenhuma das assertivas isenta àqueles destinados a promoção do crescimento alimentar no país de implantarem políticas públicas de incentivo.
Também é certo que aceitamos e aplicamos tecnologias a fim de diminuir os impactos no solo assim como o fazem pelo Plantio Direto, neste procuram ao máximo seguir à risca as normas impostas, aumentando significativamente a produção de alimentos.
A prática de plantio em qualquer pedacinho de terra, esta não é de agora e não se fala tanto quanto a 40 anos atrás que quando nas escolas a mesma era dita e incentivada como disciplina, não venho aqui dizer de partidos nem tão pouco de aplicabilidade no ensino e sim dizer que aprendemos aquilo que nos é ensinado. Quando colocamos uma semente no algodão molhado e esperamos ansiosamente que ela solte sua primeira folhinha, ah! Esta é uma sensação incrível é como se naquele momento nos sentíssemos um pouco deuses, eu aprendi assim.
Falar de agricultura não é claro, falar de plantio doméstico, ela é muito mais ampla e envolve muito mais que só um chumaço de algodão, mas que este último nos dá a noção de que se plantando dá, também nos remete ao pensamento de que tem alguém plantando para que eu tenha o que comer.
Sempre fui e serei uma envolvida e vibradora daqueles que plantam, daqueles que queimam sua tez ao sol, daqueles cujas mãos são um só calo, dos que deixam a vida urbana com seu cheiro de combustível aliado ao da gordura do pastel frito na calçada, dos que enviam os filhos às universidades para que voltem e apliquem no solo sua sabedoria e eles mesmos, os que ficaram apenas tem a da vida. Aliam-se os conhecimentos, trabalham o solo, fazem comida e trazem para nós que ficamos aqui assistindo série, abrindo a geladeira a fim de pegarmos uma fruta e por muitas vezes temos preguiça até de fazê-lo.
Você acha que o nosso país já é um território que teve a fome erradicada?
Para comemorar este dia que poderiam ser todos vou fazer uma coisa bem diferente, deixarei uma receita de guisado, hummm, adoro um guisado, sabe o que é? É um ensopado, um prato onde temos verduras cortadinhas em cubos e uma carne também cortadinha, pode ser carne bovina, ave ou peixe. Aproveite a receita e faça neste domingo, bom almoço a você!
Por: Ana Costa
Imagem extraída do Google
Indicação de Filme: Julie & Julia, um filme que fala sobre culinária, casando com o tema de hoje. http://www.adorocinema.com/filmes/filme-132302/


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domingo, 21 de julho de 2019

[Súmula de Domingo] Envolva-se, Artiste-se – Ana Costa



Engraçado como a vida é. Por anos a fio eu me dediquei à arte e fazer parte desta comunidade a mim sempre foi intrínseco, pois aprendi o que pude em relação à prática chamada Artesanato ou manualidades, bem como a escrita e a representação. Tudo isso foi a mim apresentado muito cedo, haja vista venho de uma época rica no que tange estes quesitos.
Hoje, não obstante, continuo de forma a receber todas essas práticas com certificação, embora já tenha muitos, nunca me é suficiente, adoro aprender novas técnicas e pô-las em prática é a melhor parte. Vejo, portanto o desmembramento das artes em revistas e ou em cursos, eu as conheci em combo, não havia distinção de uma para outra no sentido de ensinamento. O que quero dizer é que, as revistas principalmente datadas dos anos 70 e 80 vinham com um apanhado muito rico nos termos descritos, o que dá a esses periódicos uma riqueza incomparável. Assim como em outras áreas de ensinamentos aconteceram as mesmas mudanças.
Os meus filhos, dando continuidade e perpetuando a espécie, voltaram-se igualmente à essa modelagem artística. Cada um em sua área encontrou o caminho da intersecção.
Eu tenho algumas dessas revistas posso dizê-las relíquias e sempre digo aos meus filhos, embora a gama de conhecimento nesta área apresentada em massa na mídia seja até gratuita, tenho estas como raras e que eles não se desfaçam até que veja não haver para eles, serventia, do contrário poderão extrair conhecimentos das mesmas.
Este é o diferencial de como vemos a arte e a ela conferimos valor.
No teatro assim como no cinema, muitos desses conhecimentos são sumariamente importantes, pois se apresentam o grande o vistoso nos palcos e nas telas, mas nos bastidores há a necessidades dos pequenos toques, dos costureiros, das bordadeiras, os fazedores de calçados, os maquiadores e os amigos que estão sempre dispostos a empurrar os artistas à sua missão.
Não ignore a arte nem tampouco a substitua, ela é a mola que envolve o humano e os remete à ancestralidade.
Ao bordar um pedaço de tecido, a pessoa entra literalmente em seu interior, buscando dentro de si toda a forma de ser.
É mágico ser um artista, é gratificante igualmente.
Nas telas apresentam-se filmes que remotamente enfeitavam as prateleiras das locadoras e antes disso as paredes de casa com seus slides, as estórias continuam encantando as criaturas, hoje com menos de trinta anos, aí eu pergunto, qual é a magia? O que tem nestas estórias para que façam inúmeras montagens e não as deixemos morrer? Qual é a fórmula do encantamento? Talvez ela seja tão complexa que dispense definições.
Nos palcos com a proximidade das pessoas a interação é muito mais calorosa, o rigor em fazer o espetáculo é maior, pois o espetáculo tem que ser bem apresentado. As pessoas desta arena são muito mais exigentes e críticas, sem o menosprezo das outras, é que fazer teatro requer um nível de adrenalina bem mais afiado, não esqueçamos do estudo, este deve ser constante. E lá se vão as representações da vida real, as adaptações daqueles que estão nos livros e nas telas do cinema.
Eu pergunto, porque tudo isso? Não bastaria apenas a leitura dos livros? Não bastariam apenas ouvir de outros o conto usando ênfases e gestos a nos encantar? Por que temos a necessidade em repetir e repetir as coisas? Isso também é arte. Estamos envoltos a essa atmosfera de encantamento e o que fazemos, fazemos para o outro, a fim de agradá-lo, pois somos comunidade, humanidade.
Se você possui alguma vontade ou habilidade e disponibilidade, faça cursos, de qualquer coisa na área, prove a você mesmo que pode realizar. Não há obstáculos, o que há é determinação. Busque em você o outro, aquele que se despe de si mesmo e se entrega a esses momentos únicos,
Faça arte!
Por: Ana Costa
Imagem extraída do Pixabay.
Indicação de filme:



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sexta-feira, 19 de julho de 2019

[Convite] Lançamento do livro "O Mar Em Mim" da escritora Mariane Helena



No próximo dia 25 de Julho de 2019, às 18h, acontecerá o lançamento do livro "O mar em mim" da escritora Mariane Helena, no Centro da Juventude de São José dos Campos
Após a publicação de 7 livros de poesia, a autora trás ao público o seu primeiro romance que entrega em uma história rítmica, a interpretação honesta da vivência de amar que pede para ser descoberta a cada capítulo envolvente.

Em "O Mar Em Mim", Mariane Helena introduz o leitor a mergulhar em amores profundos. Experiências únicas que cada ser vivencia à sua maneira. O enredo surpreende pelo seu encanto singelo, e, também desafia a noção de afetos entre dois seres distintos."


Evento: Lançamento do livro "O Mar Em Mim".
Data: 25 de julho de 2019.
Horário: 18h.
Local: Centro da Juventude de São José dos Campos.
Endereço: Rua Aurora Pinto da Cunha, 131, Jardim América.

Lembrando que haverá a venda dos livros autografados no local do evento, mas o pagamento só poderá ser feito em dinheiro à vista.




E pra você que é leitor do nosso blog, a autora disponibilizou 2 livros para serem sorteados, então fiquem atentos em nossas redes sociais que logo logo estaremos disponibilizando as regras para vocês participarem, ok?
Então já marca aí na sua agenda e bora prestigiar esse belíssimo trabalho. ;)

#ParaUmAmanhãComAindaMaisHistórias
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quarta-feira, 17 de julho de 2019

[4ª Poética] Abraço - Arieli Portiguara

Abraço


Nesse abraço deixo porções
Da essência que me faz crer
Esperança que inspira a viver
A razão que edifica a alma
O amor que minimiza a dor e traz calma

Esse abraço possui envolvimento
Certeza que motiva tudo por dentro
Na doação constante de si
Um registro que marca início ou fim
Gravado no cerne de cada trajetória

Areli Potiguara

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domingo, 14 de julho de 2019

[Súmula de Domingo] Os Nossos Direitos – Anna Costa



Hoje comemora-se o aniversário da Liberdade de Pensamento, busquemos pois, forças, para que os ditos cujos ao saírem de sua forma original, não sejam ofensas nem tampouco afronta aos adversos. Se assim o forem que os ânimos ao se exaltarem, não cometam extermínios. Civilizemos.
No que se conhece da história, os humanos entenderam a importância da cordialidade, da conversa, dos acordos e dos tratados por saberem do seu poder destruidor. Nem sempre foi assim, mas estamos tentando chegar no nível último de humanidade, você concorda?
 Estes documentos, no calor das batalhas serviram de bigorna aos arroubos inimigos, alguns perduraram até hoje, outros são encontrados nos anais da historicidade.
Os acordos persistem na maioria das terras, salvo naquelas em que o regime fechado e a autoridade do comandante, conferida por sua população, tornam-se sem efeito. Não que o mundo não os saibam alheios aos direitos humanitários, não que não houvesse tentativas várias de dissolvê-los das intempéries, mas porque que todos estes, tem por direito, que eles mesmos conferiram a si mesmos, o da maldade. Repelem a civilidade, por conseguinte a humanidade.
O humano é instintivo, embora queiramos ser diferentes e civilizados a tal ponto de, impreterivelmente tomarmos o chá das cinco e juntamente com ele degustarmos os alfajores ou quem sabe sairmos mundo a fora visitando as pessoas simplesmente porque as amamos, não conseguiremos praticar tais atividades por muito tempo, a nossa individualidade e sobrevivência já nos remete às práticas de conservação da espécie. Somos predadores e carnívoros, exterminamos para nos alimentarmos, mesmo não sendo a carne, matamos qualquer outra coisa afim de não morrermos de fome, este é o instinto.
Ao se deparar  com o próprio poder de destruição, o humano tomou como base sua particularidade de extermínio, é ele o animal inteligente e o que encabeça a cadeia alimentar, portanto podemos dizer que o mundo é dele, embora as outras coisas o sirvam e o são de suma importância.
As atitudes impensadas dão ao planeta argumentos para que se volte contra o soberano homem e numa linguagem quase muda vai mudando a paisagem. O que o humano não sabe é que a natureza tem seus próprios tratados.
Por: Anna Costa.
Imagem extraída do Pixabay
Indicação de filme: Nesta página há vários filmes com a temática de direitos humanos, um bom domingo. https://filmow.com/listas/filmes-com-tematicas-em-direitos-humanos-l88761/

Sobre a Declaração dos Direitos Humanos.
Vaparaíso de Goiás – GO, 14 de julho de 2019.

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